Jim Victor é um escultor muito particular.
Ele usa manteiga para construir as suas peças, e fá-lo com a precisão própria dos grandes artistas.
Apreciem!
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A 4.ª edição do Seixal Graffiti tem lugar nos dias 27 e 28 de Outubro. O muro da Fábrica da Mundet, em frente ao Fórum Cultural do Seixal, é o palco deste evento, que visa a divulgação e promoção do graffiti, enquanto arte urbana, dissociando-o do vandalismo. No total são cerca de quarenta os trabalhos e writters que participam na iniciativa, que acontece das 10 às 19 horas.
Este ano, e pela primeira vez, o evento conta com a presença de um colectivo de raparigas, as OGA. Participam também nomes bem conhecidos desta área, entre os quais se encontra um dos primeiros writters portugueses, Mosaik. De Espanha vêm Aryz e Sagües.
Esta edição do Seixal Graffiti, organizada em conjunto com as Associações Spread e Seixal Surfing Clube, reúne artistas do Norte, Centro e Sul do País, tais como Dheo, Sphiza Ko, Skran, Minimal, Hammer, Sen, Frank, e os colectivos Legkrew e Gus.
Durante estes dois dias têm ainda lugar diversas actividades paralelas, que incluem MC’s, Beatbox e rampas de skate.
Com esta iniciativa, o município pretende divulgar o graffiti, enquanto forma de expressão artística, possível de executar em locais próprios, que não fachadas ou prédios particulares.
Trata-se de uma forma de apresentar esta arte urbana ao grande público e mostrar que não se está perante uma forma gratuita de vandalismo sobre o património. Os artistas não pretendem destruir mas sim divulgar a sua criatividade em fachadas, muros ou taipais da cidade, suportes privilegiados para exporem os seus trabalhos.
O projecto tem como objectivos a criação de espaços e momentos de encontro e criação artística de graffiters, para que estes possam mostrar a sua arte, permitindo o desenvolvimento de projectos de reconhecida qualidade aos olhos da opinião pública.
Fonte: www.cm-seixal.pt
19-09-2008 a 19-10-2008
Concelho: Vila Real
Telefone: 259320000 / 259320002
Web Site:
http://www.dourojazz.com/
O Festival Internacional Douro Jazz entra na sua quinta edição, apresentando 56 espectáculos em seis cidades de Trás-os-Montes e Alto Douro. Durante um mês, realizam-se concertos em Vila Real, Régua, Bragança, Lamego, Chaves e São João da Pesqueira, com base em parcerias estabelecidas em edições anteriores, às quais agora se associam o Museu do Douro e o Teatro Ribeiro Conceição, de Lamego.
Fonte: cultura.sapo.pt
Sinopse:
Após ter sido despedido, um ex-agente da CIA (John Malkovich) decide escrever as suas memórias documentando segredos do governo mas, durante as partilhas do divórcio, a sua ex-mulher (Tilda Swinton) rouba-lhe um disco com o único exemplar do manuscrito.
Por engano, esse mesmo disco cai nas mãos de dois empregados de um ginásio (Brad Pitt e Frances McDormand), um homem e uma mulher sem escrúpulos, que tencionam explorar ao máximo a sua descoberta, vendendo a informação de forma a poderem pagar uma cirurgia plástica. É então chamado um agente da CIA (George Clooney) para resolver o caso… custe o que custar. [ www.7arte.net ]
Critica:
Depois de "Este País Não é para Velhos", as expectativas sobre o filme seguinte dos irmãos Cohen estava muito alta. E infellizmente, não foram superadas.
"Burn After Reading" ou "Destruir depois de Ler" apresenta-se como uma comédia entre o negro e o ridículo, que, não fora a interpretação de actores como Brad Pitt, George Clooney ou John Malkovich teria sido, ao contrário do premiado antecessor, um retumbante flop.
De facto, a história assenta na utilização do bizarro e do "saloio", mas sem qualquer construção narrativa, sem qualquer fio condutor.
Valha-nos as inevitáveis gargalhadas, soltas muito à conta do grande elenco que o filme apresenta.
Depois de muito espremer, nada mais conseguimos tirar...
Trailer:
Hamiltons Gallery
18-09-2008 a 19-10-2008
3ª-6ª: 10h00-18h00; Sab: 11h00-16h00
Entrada: Entrada Livre

Considerado um dos artistas mais prolíficos e controversos da actualidade e o mais famoso entre os fotógrafos japoneses, Nobuyoshi Araki (1940) é conhecido pelas suas imagens eróticas que cruzam arte e pornografia, apresentadas em inúmeras exposições e em mais 350 livros de fotografia já publicados.
O tema recorrente dos seus trabalhos é o chamado "bondage" ("kinbaku", em japonês), uma prática popular na pornografia, mas raramente associada com as artes, e que consiste em amarrar e suspender o corpo com cordas. Desde 1979, que o artista japonês trata este tema através da sua câmara, documentando situações e episódi

Esta exposição, a primeira em Londres desde a retrospectiva na Barbican Art Gallery em 2005, apresenta uma selecção de 88 fotografias a preto e branco, nunca antes expostas, enquadradas por caracteres japoneses pintados à mão, que Nobuyoshi Araki realizou ao longo de quase 30 anos de carreira.
Fonte: cultura.sapo.pt