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sexta-feira, 25 de abril de 2008

Galaxies Gone Wild

Publicada por Unknown

Passam hoje 18 anos do lançamento do Telescópio Espacial Hubble e para celebrar a data, a Nasa lançou uma colecção de 59 novas imagens captadas pelo mesmo, sob o fantástico titulo de "Galaxies Gone Wild", que apresentam galáxias em toda a sua maravilhosa volatilidade.

Podemos vê-las colidir, fundir-se, mover-se em espiral, todas as loucuras que elas cometem na sua longa existência de milhões de anos no universo. Graças à decisão de manter o hubble em funcionamento por mais cinco anos (esteve prevista uma missão espacial para desactivar o telescópio), podemos continuar a esperar grandes imagens do mais famoso telescópio do mundo durante a próxima década.

As 59 fotografias podem ser vistas no site hubblesite.org.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Cidade das Artes e Ciências

Publicada por Unknown

No antigo leito do Rio Turia, ergue-se um dos complexos cientifico - culturais mais importantes do mundo europeu: a Cidade das Artes e Ciências, construída por Santiago Calatrava e Felix Candela.

A construção do conjunto inicia-se em 1990, quando a "Generalitat Valenciana"(Câmara de Valencia) promove toda uma série de intervenções urbanísticas para a incorporação de Valencia no Terceiro Milénio, e como meio de recuperação da área urbana localizada entre o antigo leito do Turia e a auto-estrada de Saler.

O projecto era inicialmente composto por uma Torre de Telecomunicações, um planetário (o Hemisferic) e o Museu das Ciências Príncipe Felipe. Posteriormente o projecto foi alterado, substituindo a construção da Torre pelo Palácio das Artes, ainda em execução.


O Hemisferic ocupa uma área de 200 x 1.300m (aproximadamente 26.000m²) localizada entre o Museu de Ciências e o Palácio das Artes (Umbracle).

Está limitado ao norte e ao sul por duas piscinas rectangulares, emergindo delas como uma grande cúpula formada por uma parte central fixa (a c
oberta opaca), os elementos laterais móveis que funcionam como brises (ou guarda - sois), e a lateral transparente envidraçada. Esta cobertura de formato ovoidal protege uma esfera no seu interior.

A construção é composta por três corpos diferenciados. No extremo este situam-se a cafeteria, lojas e escritórios. No centro da cobertura a cúpula que abriga a sala de projecções, e no extremo oeste os serviços técnicos.


O Museu das Ciências Príncipe Felipe, inaugurado no mês de novembro passado, foi concebido como um museu aberto e dinâmico onde o lema principal é "é proibido não tocar". Ao longo dos seus 4.000m² o visitante passa pelas diferentes áreas que cobrem uma ampla gama de temas científicos, desde biologia e física até às mais avançadas tecnologias aplicadas à comunicação, construção , desporto, etc.

L'Umbracle, uma área composta por um jardim e um passeio - miradouro, foi concebido como um "terraço para o futuro"e convida a contemplar desde um ponto de vista superior todo o espetacular conjunto arquitetónico construído sobre o antigo leito do rio Turia, que se encontra sete metros abaixo da trama urbana da cidade.
L'Umbracle é a porta de entrada para a Cidade das Artes e das Ciências, constituída por uma área verde de 7.000m², com 320m de comprimento e 60m de largura.

O Palácio das Artes, ainda em fase de construção, será o centro artístico e cultural mais importante do mundo: arquitectura, engenharia e tecnologia de vanguarda para a criação de um espaço onde haverá lugar para todos os estilos desde os clássicos até as últimas tendências em ópera, teatro, musica e dança, contando com três auditórios:

• Sala principal com capacidade para 1.800 pessoas
• Sala de câmara para 400 pessoas

• Auditório ao ar livre, situado a grande altura, para 2.500 pessoas.
Finalmente, o conjunto completa-se com o Parque Oceanográfico, projectado por Félix Candela, uma autentica cidade submarina de 80.000m², com túneis envidraçados e réplicas perfeitas de sectores costeiros com águas de diferentes qualidades, que permitem conhecer os animais representativos de cada zona da Terra.

Conta com uma zona recreativa composta por um restaurante flutuante submarino, uma fonte para espetáculos de luz - som - água, e o maior aquário da Europa para espetáculos. Possui também áreas envidraçadas para observar o trabalho dos mergulhadores e um túnel submarino de 70m de comprimento.

sábado, 19 de abril de 2008

Vital Jacket

Publicada por Unknown


O Vital Jacket®, é um pré-produto desenvolvido na unidade de investigação IEETA da Universidade de Aveiro, que foi apresentado na feira têxtil “Modtissimo” que vai decorreu na Alfândega/Centro de Congressos do Porto, no ano passado.Este produto congrega tecnologia têxtil e micro-electrónica para permitir a monitorização de variáveis vitais do seu utilizador onde quer que ele se encontre. Nomeadamente, batimentos cardiacos, temperatura do corpo, nivel de oxigénio no sangue, a actividade física, entre outros.

Os benefícios da roupa de Bio-Monitorização, são óbvios: maior liberdade de movimentos e independência nos tratamentos dos pacientes ou idosos que necessitam de acompanhamento especial e recolha de dados com qualidade e rigor em desportos de alte performance e para entusiastas do fitness.

Existem actualmente duas versóes disponiveis, a HWM100 que armazena os dados num cartão de memória SD para posterior análise num PC. Esta versão permite a monitorização de longo prazo. Os utilizadores podem definir um ritmo cardíaco e serão alertados por um alarme que vibra embutido no equipamento.

A segunda versão é a HWM200 e permite a monitorização em tempo real em que os dados são enviados via bluetoth para um PDA ou para um Smart Phone.

Ambas as versões do Vital Jacket estão disponiveis para pré-encomenda ao preço de €399 (não inclui o PDA) no site da VitalJacket’s.

DUTCH - O Veiculo do Futuro.

Publicada por Unknown


Apesar de grandes avanços tecnológicos em diversas áreas, o Século XXI tem sido até ao momento, uma completa desilusão em dois departamentos-chave: a criação de um carro voador e de um carro que se transmorfe. Felizmente, temos o "Dutch", que promete vir colmatar essa falha.

Um empresário holandes de nome, John Baker está a desenvolver um trabalho conjunto com a empresa Spark Design Engineering para criar um Personal Air and Land Vehicle (PALV) - Veiculo Pessoal Aéreo e Terrestre, um transporte com um único lugar que se conduz como um conservador e comum motociclo, mas que, quando necessário, pode soltar as suas pás rotoras e transformar-se num "helimóvel". Isto permitirá que levante no ar muito rapidamente e voe a altitudes abaixo do nivel do tráfego aéreo comercial.

Na sua vertente terrestre, o estreiro veiculo de três rodas é altamente aerodinâmico e tão ágil comoum motociclo, graças a um mecanismo de condução que permite que se incline nas curvas. Espera-se que possa atingir uma velocidade de 200km/h e graças ao seu pouco peso, que atinja os 0-100km em menos de 5 segundos. Será ainda projectado para conseguir grandes performances no que diz respeito a consumos, aguardando-se que consiga marcas abaixo de 4 litros aos 100km.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

EcoCity - Tübingen

Publicada por Unknown


A cidade alemã de Tübingen é conhecida pelo seu planeamento urbano amigo do ambiente.
Durante a última década, a zona industrial de Südsadt foi desmantelada e substituída, por um conjunto de residências, escritórios, lojas, restaurantes e algumas pequenas indústrias artesanais.



Fonte: www.euronews.net

terça-feira, 15 de abril de 2008

A procura do objecto perdido

Publicada por Unknown


Investigadores japoneses estão a desenvolver um futurístico motor de busca, chamado AI (inteligência artificial) Goggle, que ajuda a encontrar tudo aquilo que se perde, dentro de casa. Uma câmara associada ao goggle grava tudo o que é visível. Um computador mostra o que se procura, em tempo real. O computador, altamente fiável, com alta velocidade de imagem de reconhecimento, processada por um software que analisa o nome e forma do que aparece no video. Com uma memória de alta tecnologia, este ciber goggles promete ajudar a encontrar as chaves, por exemplo, ou coisas mais antigas, como garante o professor Tatsuya Harada da Universidade de Tóquio.

Fonte: www.euronews.net

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Como era dura a vida sem o zero

Publicada por Unknown

Qual foi a mais importante descoberta feita pelo homem? Alguém pensará na roda, outro no fogo, na penicilina, na televisão... e por aí se pode ir muito longe. Acrescento uma outra em que provavelmente ninguém vai pensar: o zero. Isso mesmo, o zero do nosso sistema de numeração. Pois ele não existiu sempre.

Na verdade, só apareceu muitos séculos depois da humanidade aprender a contar e a representar graficamente as suas contas. O seu uso consagrou-se na Europa por volta do século XIV, embora haja indícios de que algumas civilizações o utilizassem antes.

Dele, disse o matemático americano Tobias Dantzig: “Concebido, com toda a probabilidade, como símbolo para uma coluna vazia no ábaco,o sunya indiano estava destinado a tornar-se o ponto crucial num desenvolvimento sem o qual o progresso da ciência moderna, da indústria e do comércio é inconcebível”. É difícil acreditar que os homens levaram 5 mil anos entre escrever números e conceber o nosso sistema de numeração posicional. Datam de antes de 3500a.C os registos mais antigos, indicando o uso sistemático de numerais escritos, e eles eram dos sumérios e dos egípcios.

Conta-se que, no século XIV, um mercador alemão quis escolher uma boa escola para o filho e foi aconselhar-se com um professor. Esse recomendou: se o aprendiz fosse limitar-se à soma e à subtracção, bastaria frequentar uma universidade alemã; se quisesse multiplicar e dividir, deveria ir à Itália, pois só lá se pode obter instrução tão avançada. Mas é preciso esclarecer que fazer esses cálculos naqueles tempos nada tinha a ver com as técnicas que empregamos hoje. A multiplicação era obtida por duplicações sucessivas e a divisão por mediações sucessivas, ou seja, sucessivas divisões por dois.

É razoável imaginar que os sistemas numéricos nasceram da necessidade que o homem primitivo tinha de registar os seus bens - rebanhos, por exemplo. Logo as necessidades foram além do simples registo e então surgiram as operações aritméticas, que levaram à criação do ábaco, um curioso e simples aparelho que permite fazer os cálculos por meio de contas móveis. Durante muito tempo os homens mantiveram um sistema de numeração escrito para registar os bens e o ábaco, para fazer cálculos. Houve quem tentasse elaborar regras para operar com os números escritos, mas as dificuldades eram grandes.

E por isso a humanidade levou um tempo enorme para passar do ábaco para a numeração posicional moderna. Um período em que muitas civilizações floresceram e pereceram, deixando-nos um rico legado de obras literárias, artísticas, filosóficas e religiosas. A Luz sobre essa questão começa fazer-se quando examinamos o esqueleto da nossa numeração moderna. O princípio posicional consiste em dar ao algarismo um valor que depende não apenas do membro da sequência natural que ele representa, como também na posição que ocupa em relação aos outros símbolos do grupo. Assim, o algarismo 3 tem significados diferentes nos números 423, 537 e 386: no primeiro significa 3, no segundo 30 e no terceiro 300.

Foi necessário criar um símbolo para as casas que ficavam vazias no ábaco, conforme estivéssemos a escrever 43,430, 403,4003 etc. Hoje parece simples, mas a mentalidade concreta dos antigos gregos, por exemplo, não podia conceber o vazio, o nada, como um número. Provavelmente, nem os hindus viram no zero o símbolo do nada. O termo indiano sunya significa vazio ou espaço em branco, mas não o nada.

Assim, tudo leva a crer que a descoberta do zero foi um acidente causado pela tentativa de fazer um registo permanente e claro de uma operação do ábaco. Não foi à toa que o grande matemático, astrónomo e físico francês Pierre-Simon Laplace (1749-1827), observou: "Apreciaremos ainda mais a grandeza dessa conquista se nos lembrarmos de que ela escapou ao génio de Arquimedes e Apolónio, dois dos maiores homens da Antiguidade".

segunda-feira, 31 de março de 2008

IDADE DA TERRA

Publicada por Unknown


A idade da Terra é de aproximadamente 4,56 biliões de anos e é calculada a partir da relação entre dois isótopos de chumbo formados pela decomposição de isótopos de urânio.

Como se sabe a idade da Terra?

Sabe-se que os isótopos átomos com o mesmo número atómico e diferentes números de massa de uma série de elementos químicos, como o urânio, se decompõem e produzem outras substâncias pela emissão de partículas ou radiações. O tempo necessário à decomposição de metade da massa radioactiva desses elementos é chamada meia-vida. Conhecendo as quantidades dos elementos radioactivos e do material deles derivados, calcula-se a idade de um mineral. Esse método chama-se datação radioactiva. Assim, a idade da Terra aproximadamente 4,56 biliões de anos foi determinada a partir da relação entre dois isótopos de chumbo formados pela decomposição de isótopos de urânio.

terça-feira, 18 de março de 2008

Ouvidos Gigantes de Betão

Publicada por Unknown


No início da 2ª Guerra Mundial, antes da invenção do radar, as ilhas Britânicas tinham um interessante dispositivo para detectar os aviões inimigos que entravam no seu espaço aéreo. Eles construiram um numero de enormes espelhos acusticos de betão que, que concentravam e ampliavam os sons vindos de uma certa direcção. Alguns tinham a forma de uma bacia com mais de 9 metros de altura, e outros tinham a forma de uma parede de anfiteatro com mais de 62 metros de comprimento.

No interior da estrutura, um experiente operador, usava um estetoscópio para detectar a distância e direcção a que o avião inimigo se aproximava até cerca de 30 Km de distância.

Apesar de se terem tornado obsoletos muito cedo, devido à invenção do radar, foram usados com bastante sucesso na sua altura.

Alguns ainda se mantém inalterados e são agora preservados pelas autoridades britânicas pelo seu significado histórico.


No sudoeste dos Estados Unidos, e no norte do México, vive uma espécie de lagarto (Cmenidiphorus uniparens), formada apenas por fémeas que se reproduzem por partenogénese ou seja, sem a participação de machos. Neste tipo de reprodução, cada fémea é um clone: as filhas são geneticamente idênticas à mãe. A partenogénese pode não ser muito romântica, mas tem as suas vantagens. Uma delas é dar à espécie um potencial maior de crescimento demográfico. É lógico, afinal, todos os lagartos, e não apenas cerca da metade, são capazes de colocar ovos. Mas, o que chama a atenção na reprodução dos Cmenidiphorus uniparens, especificamente, é a simulação do acto sexual; um lagarto comporta-se como a fémea que de facto é; outro age como se fosse o macho montando-se sobre a parceira e enroscando-a com o rabo. A cada duas semanas, aproximadamente, os papéis invertem-se: o aumento acentuado da quantidade de progesterona, a hormona que regula o crescimento dos ovários no organismo da fémea que acabou de pôr ovos indica que chegou a sua vez de representar o macho. Passadas mais duas semanas, os seus ovários estão crescidos e começam a segregar outra hormona, o estrogénio: é o sinal de que deve reassumir o verdadeiro papel de fémea. Qual a finalidade deste teatro todo para a reprodução? Segundo o professor David Crews, da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, as fémeas Cmenidiphorus uniparens ovulam com mais facilidade , quando há outras fémeas por perto, imitando machos.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Hidrogénio em Genebra

Publicada por Unknown


Ainda não inaugurou e já dá o que falar. O Salão de Genebra, que tem o seu início esta quinta-feira, na Suíça, terá no Morgan Lifecar Concept um dos protótipos mais aguardados.
O caso não é para menos, trata-se de um veículo desportivo com emissão zero de dióxido de carbono para a atmosfera e, ainda assim, capaz de atingir os 145km/h.
A marca já divulgou imagens e informações sobre o Lifecar, que é movido integralmente a hidrogénio e praticamente não faz barulho em andamento. Do tubo de escape doveículo saem apenas água e vapor de água.
Numa altura em que, cada vez mais, se buscam formas de evitar a poluição do ambiente, este tipo de veículos assume uma importância preponderante, visando dotar o mercado com alternativas mais ecológicas.
O Lifecar assume uma estética baseada no Morgan Aero-8 roadster, mas poupando muito no peso. O modelo possui duas células avançadas de combustível e permite armazenar energia suficiente para permitir ao veículo um alcance de 400 km por tanque de hidrogénio.

Três anos e 2,5 milhões Este é um projecto que durou três anos e custou 2,5 milhões de euros. Foi desenvolvido por um consórcio de companhias britânicas e várias universidades, com financiamento pelo governo britânico.
Em entrevista à BBC, um responsável da Morgan indicou que ainda não foi possível fazer o primeiro test-drive ao Lifecar, o que acontecerá até ao final do Salão de Genebra.
Pelos dados que a marca reuniu, o Lifecar permitirá atingir os 100km/h em apenas sete segundos, o que, para um carro sem emissões de dióxido de carbono, é considerado altamente satisfatório.
O Lifecar é um protótipo, mas a Morgan não exclui a hipótese de o lançar no mercado. O principal obstáculo ainda reside na escassez de infra-estruturas de abastecimento de hidrogénio, que poderão ser dispendiosas.
Está também a ser estudada a possibilidade de converter os veículos a diesel para hidrogénio.

Fonte: www.destak.pt

quarta-feira, 5 de março de 2008

O Pão do Futuro!

Publicada por Unknown

Os investigadores europeus estão apostados em criar o pão do futuro. O objectivo é ambicioso: um pão fabricado com técnicas industriais que guarde o sabor e as qualidades nutritivas do pão artesanal. Numa padaria muito especial, os fornos e os tabuleiros de fermentação foram substituídos por alta tecnologia de investigação. O pão que os cientistas amassam!

Veja o video do Canal Euronews:

terça-feira, 4 de março de 2008

Aviões de papel na órbita terrestre.

Publicada por Unknown


Parece brincadeira mas é um projecto muito sério. Um engenheiro de astronáutica japonês está determinado em lançar aviões de papel a partir da órbita terrestre. O professor Shinji Suzuki está a trabalhar com peritos japoneses em origami para lançar um avião de papel de design especial a partir da Estação Espacial Internacional. Um voo de regresso à Terra sem assistência.

Investigadores da Universidade de Tóquio testaram vários pequenos aviões, construídos com técnicas origami e feitos de papel especial, capaz de aguentar até 250ºC e ventos com velocidades até 7 vezes a velocidade do som.

A investigação pretende demonstrar que uma nave construída naquele material seria muito mais leve que o Space Shuttle e, assim, originaria uma muito menor resistência ao ar, e consequente aumento de temperatura, durante a reentrada na atmosfera terrestre.