Jim Victor é um escultor muito particular.
Ele usa manteiga para construir as suas peças, e fá-lo com a precisão própria dos grandes artistas.
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Para transmitir ordens à noite, o exército de Luís XIII criou um código para ser decifrado pelo tacto (ler não era seguro, pois a luz mostrava o alvo). Em 1829, o código chegou a uma escola de cegos, em Paris, e um aluno de 15 anos, Louis Braille, aperfeiçoou-o usando 6 pontos que deram origem a 63 combinações.
O forno microondas?
A ideia de usar microondas para cozinhar alimentos foi descoberta por Percy Spencer que trabalhava na empresa Raytheon, onde fabricava magnetrons para aparelhos de radar. Um dia estava a trabalhar num aparelho de radar activo quando observou uma sensação repentina e estranha, e viu que uma barra de chocolate que tinha no seu bolso tinha derretido. Percy não era nenhum estranho às descobertas e experiências, devido ao seu suporte de 120 patentes e entendeu perfeitamente o que tinha acontecido. O primeiro alimento a ser cozinhado deliberadamente com microondas foram pipocas, e o segundo um ovo que explodiu na cara de um dos experimentadores.
Em 1946 a empresa Raytheon patenteou o processo de cozinhar por microondas e em 1947 construíram o primeiro forno microondas comercial, o Radarange. Tinha 1,68 m de altura e pesava 340 kg. Era arrefecido a água e produzia 3000 watts, aproximadamente três vezes a quantidade de radiação produzida por fornos microondas actuais.
São 140 elevadores, dois mil funcionários, mil lustres de cristais Swarovski, 114 cúpulas com o topo banhado a ouro, 755 televisões de plasma espalhadas por todos os ambientes, 128 cozinhas, 170 chefs e 1,3 quilómetros de praia particular. Ufa... À primeira vista, este cenário parece extraído de um conto das “Mil e uma noites”. É isso mesmo. São alguns dos detalhes do Emirates Palace, hotel localizado em Abu Dhabi, a capital dos Emirados Árabes. É o mais luxuoso e caro do planeta. Para erguer o sumptuoso edifício, pronto para atender os plebeus endinheirados como se fossem sheiks árabes, o governo da cidade (uma das sete cidades-estado do país) desembolsou uns espetaculares US$ 3 biliões num edificio com apenas 392 quartos. O retorno financeiro, evidentemente, não virá tão rápido - exigirá décadas de operação. Pouco importa. O objectivo de tanta ostentação é pôr a cidade no circuito mundial dos grandes destinos turísticos como o Dubai, também nos Emirados Árabes, vem fazendo nos últimos anos. É um turismo classe A - as diárias do Emirates Palace vão de US$ 773 a US$ 11,2 mil.
Os valores são altos, é verdade, mas os serviços vão muito além do que é oferecido pelos hotéis mais refinados do planeta. Justamente por isso, quando perguntados se o Emirates Palace tem cinco, seis ou sete estrelas, os funcionários dizem que não é uma coisa, nem outra: trata-se de um palácio, e ponto. Os funcionários, cinco para cada hóspede e um mordomo particular para cada quarto, são preparados para atender qualquer pedido. Algumas das dependências do prédio como, por exemplo, o lobby têm o teto adornado em ouro. Os 12 restaurantes servem comidas típicas de todos os cantos do mundo e para se locomover pela gigantesca construção o hóspede recebe uma tela de cristal líquido com mapas digitais. A brincadeira não pára por aí. Todos os quartos, 16 deles exclusivos para os chefes de Estado dos países da Liga Árabe, são high-tech. Além de serem decorados com paredes folheadas a ouro, eles têm um sistema de automação. O turista controla, em uma tela sensível ao toque, as luzes, o ar-condicionado e o home theater com tela de plasma de 50 polegadas. Os quartos também dispõem de laptop, scanner, impressora, fax e internet sem fio em todos os ambientes do hotel como na piscina e até na marina repleta de imponentes barcos. E, como o luxo pressupõe consumo, quem estiver no Emirates Palace encontrará um shopping com mais de 17 lojas de grifes internacionais. É o endereço perfeito em um lugar onde o dinheiro do petróleo jorra sem parar.
Fonte: http://www.terra.com.br/cgi-bin/index_frame/istoedinheiro/444/estilo/hotel_mais_caro.htm
Das pirâmides do Egipto ao Colosso de Rodes, sete formidáveis construções merecem dos gregos o título de maravilhas. Seis delas desapareceram quase sem deixar rasto. Terão existido realmente?
Muitos séculos antes da era cristã, os povos do Mediterrâneo tiveram o privilégio de conhecer os monumentos que para os gregos eram as maiores realizações materiais da Antiguidade, as sete maravilhas do mundo: as Pirâmides do Egipto, o Farol de Alexandria, os Jardins Suspensos da Babilónia, o Templo de Artémis, a Estátua de Zeus, o Mausoléu de Halicarnasso e o Colosso de Rodes. A relação que data do século II a.C., é atribuída a Antípater, poeta grego nascido em Sidon, no atual Líbano. A ideia surgiu com o desenvolvimento da erudição, o conhecimento acumulado em cada área da actividade humana.
Com o auxílio da literatura de viagens, que descrevia paisagens físicas, construções e costumes, também chamada literatura de mirabilia (do latim, que vale a pena ver), nasceu o inventário das maravilhas, limitadas a sete, não se sabe bem porque motivo. Construídas em diferentes épocas, é quase certo que todas ainda estavam em pé em meados do século II a.C., mas já não no tempo de Antípater. Delas só restaram as pirâmides do Egipto. Quanto às outras, pairam muitas dúvidas: a data exacta de construção e destruição, o tamanho real e até que aspecto de facto teriam tido.
Enquanto imagens do Colosso de Rodes e da Estátua de Zeus foram reconstruídas com base em descrições incompletas e reproduções estilizadas em moedas, o Farol de Alexandria, o Templo de Artémis e o Mausoléu de Halicarnasso puderam ser desenhados graças a documentos históricos considerados bastante próximos do original. Dos Jardins Suspensos da Babilónia nem se sabe sequer quando desapareceram. Não que se tenha certeza absoluta da época em que tiveram fim os outros monumentos, mas para alguns deles é possível, pelo menos, mencionar datas prováveis.
As primeiras reconstruções dessas maravilhas, embora fantasiosas muitas vezes, surgiram nos séculos XVI e XVII. Algumas são atribuídas ao jesuíta alemão Athanasius Kircher (1601-1680), que pesquisou uma vasta gama de assuntos e escreveu 44 livros. Reproduções mais verosímeis só puderam ser feitas quando os arqueólogos começaram a estudar o que restou de algumas maravilhas, a partir dos séculos XVIII e XIX. Do que se descobriu, emerge uma certeza: a lista do velho Antípater pode estar incompleta -- por que não inclui, por exemplo, o Pártenon, de Atenas? -- , mas as obras seleccionadas devem ter sido, de facto, maravilhosas.
AS PIRÂMIDES DO EGIPTO
Dois milhões de blocos
As três pirâmides do Egipto ocupam merecidamente o primeiro lugar da relação. Construídas entre 2551 e 2495 a.C. para servirem de túmulo aos faraós, são também os mais antigos dos sete monumentos. Prova do alto nível da ciência e tecnologia do Antigo
Egipto, com soluções de engenharia admiráveis para qualquer época e lugar, erguem-se imponentes na planície de Gizé, a 15 quilómetros do Cairo. A maior é a de Quéops, o segundo rei da IV dinastia. Segundo o historiador grego Heródoto, a sua construção mobilizou 100 mil trabalhadores durante vinte anos. Com 146 metros de altura -- o equivalente a um edifício de 48 andares -- , foi a primeira a ser construída, com mais de 2 milhões de blocos de pedra.
As pirâmides tinham, inicialmente, uma base hexagonal, isto é, de seis lados. A partir da pirâmide monumental (que não faz parte das sete maravilhas), atribuída ao rei Snefru, a estrutura básica alargou-se até se transformar num bloco compacto de alvenaria com oito terraços, preenchidos com blocos de pedra que se encaixavam perfeitamente, formando um aclive em degraus. Recoberta a construção com uma massa lisa de pedra calcária, resultou numa verdadeira pirâmide geométrica.
Um pouco menor que a de Quéops, a pirâmide de Faraó Quéfren tinha 143 metros de altura: a terceira, de Miquerinos, 66 metros. Provavelmente, os próprios faraós, foram os arquivos das suas pirâmides, onde, segundo a crença, eles ressuscitariam. O apogeu do poder real no Egipto deu-se justamente no período correspondente à IV dinastia, quando a centralização era a marca registada do sistema político.
O FAROL DE ALEXANDRIA
120 metros em mármore
Na ilha que fica diante da cidade de Alexandria, no Egipto, ergueu-se o mais famoso farol da Antiguidade. Por isso a ilha foi chamada Faros (farol, em grego). Modelo para a construção dos que o sucederam, o Farol de Alexandria foi classificado como a segunda maravilha
do mundo. Todo de mármore e com 120 metros de altura, foi construído por volta de 280 a.C. pelo arquitecto grego Sóstrato de Cnidos, por ordem de Ptolomeu II, rei grego que governava o Egipto. Diz a lenda que Sóstrato procurou um material resistente à água do mar e por isso a torre teria sido construída sobre gigantescos blocos de vidro. Mas não há nenhum indício disso.
Com três estágios superpostos -- o primeiro, quadrado; o segundo, octogonal; e o terceiro, cilíndrico --, dispunha de mecanismos que assinalavam a passagem do Sol, a direcção dos ventos e as horas. Por uma rampa em espiral chegava-se ao topo, onde à noite brilhava uma chama para guiar os navegantes. Compreende-se a avançada tecnologia: Alexandria tinha-se tornado naquela época um centro de ciências e artes para onde convergiam os maiores intelectuais da Antiguidade.
Cumpria-se assim a vontade de Alexandre, o Grande, que ao fundar a cidade, em 332 a.C., queria transformá-la em centro mundial do comércio, da cultura e do ensino. Os Reis que o sucederam deram continuidade à sua obra. Sob o reinado de Ptolomeu I (323-285 a.C.), por exemplo, o matemático grego Euclides criou o primeiro sistema de geometria. Também ali o astrónomo Aristarco de Santos chegou à conclusão de que o Sol e não a Terra era o centro do Universo. Calcula-se que o farol tenha sido destruído entre os séculos XII e XIV. Mas não se sabe como nem por quê.
OS JARDINS SUSPENSOS DA BABILÓNIA
Seis montanhas artificiais
A terceira maravilha são os Jardins Suspensos da Babilónia, construídos por volta de 600 a.C., às margens do rio Eufrates, na Mesopotâmia - no actual sul do Iraque. Os jardins, na verdade, eram seis montanhas artificiais feitas de tijolos de barro cozido, com terraços superpostos onde foram plantadas árvores e flores. Calcula-se que estivessem apoiados em c
olunas cuja altura variava de 25 a 100 metros. Para se chegar aos terraços subia-se por uma escada de mármore; entre as folhagens havia mesas e fontes. Os jardins ficavam próximos ao palácio do rei Nabucodonosor II, que os teria mandado construir em homenagem à mulher, Amitis, saudosa das montanhas do lugar onde nascera.
Capital do império caldeu, a Babilónia, sob Nabucodonosor, tornou-se a cidade mais rica do mundo antigo. Vivia do comércio e da navegação, buscando produtos na Arábia e na Índia e exportando lã, cevada e tecidos. Como não dispunham de pedras, os babilónios usavam em suas construções tijolos de barro cozido e azulejos esmaltados. No século V a.C., Heródoto dizia que a Babilónia ultrapassava em esplendor qualquer cidade do mundo conhecido. Mas em 539 a.C. o império caldeu foi conquistado pelos persas e dois séculos mais tarde passou a ser dominado por Alexandre, o Grande, tornando-se parte da civilização helenística. Depois da morte de Alexandre (323 a.C.), a Babilónia deixou de ser a capital do império. Começou assim sua decadência. Não se sabe quando os jardins foram destruídos; sobre as ruínas da Babilónia ergueu-se, hoje, a cidade de Al-Hillah, a 160 quilómetros de Bagdad, a capital do Iraque.
O TEMPLO DE ARTÉMIS
200 anos de construção
Em Éfeso, na Ásia Menor, ficava o templo da deusa Artémis, a quarta maravilha. Sua construção começou na metade do século VI a.C. , por ordem do conquistador Creso, rei da Lídia -- região montanhosa que hoje é o oeste da Turquia. Com 90 metros de altura -- como a
estátua da Liberdade, em Nova York -- e 45 de largura, o templo era decorado com magníficas obras de arte. Protectora da cidade e deusa dos bosques e animais, Artémis (Diana, para os romanos) foi esculpida em ébano, ouro, prata e pedra preta. Tinha as pernas e quadris cobertos por uma saia comprida decorada com relevos de animais. Da cintura para cima, três fileiras de seios se sobrepunham. Um ornamento em forma de pilar lhe adornava a cabeça.
Nesse período da história grega, chamado Arcaico (século VIII- século V a.C.), quando Éfeso, graças a seu porto, era uma das mais importantes cidades do Egeu e do Mediterrâneo, a escultura tinha alcançado seu ponto alto entre os gregos. Não é, pois, de estranhar que o templo de Artémis tenha ficado famoso por suas esculturas e objectos de ouro e marfim -- alguns dos quais se encontram no Museu Britânico, em Londres. Quando, no século I, o escritor romano Plínio, o Velho, afirmou que esse magnífico templo, com 127 colunas (36 decoradas) demorou duzentos anos para ser construído, não foi levado a sério. Mas, no século XIX, quando os arqueólogos conseguiram determinar o lugar onde foi erguido deu-se finalmente razão a Plínio. O templo foi incendiado no século III a.C. por um certo Heróstrato, que assim pretendia tornar-se imortal. Pelo visto, conseguiu. Reconstruído, destruído e ainda outra vez reconstruído, o templo foi finalmente arrasado em 262 pelos godos, povo germânico que durante o século III invadiu províncias romanas na Ásia Menor e na península balcânica.
A ESTÁTUA DE ZEUS
Marfim, ébano e pedrarias
Na cidade grega de Olímpia, na planície do Peloponeso, estava a quinta maravilha: a estátua de Zeus, esculpida pelo célebre ateniense Fídias, no século V a.C., quando a cidade já caíra sob o domínio de Esparta. Essa é considerada sua obra-prima. Tanto os gregos amavam seus trabalhos que dizia-se que ele revelava aos homens a imagem dos deuses. Supõe-se que a construção da estátua tenha levado cerca de oito anos. Zeus (Júpiter, para os romanos) era o senhor do Olimpo, a morada das divindades. A estátua media de 12 a 15 metros de altura -- o equivalente a um p
rédio de cinco andares -- e era toda de marfim e ébano. Seus olhos eram pedras preciosas.
Fídias esculpiu Zeus sentado num trono. Na mão direita levava a estatueta de Nike, deusa da Vitória; na esquerda, uma esfera sob a qual se debruçava uma águia. Supõe-se que, como em representações de outros artistas, o Zeus de Fídias também mostrasse o cenho franzido. A lenda dizia que quando Zeus franzia a fronte o Olimpo todo tremia. Quando a estátua foi construída, a rivalidade entre Atenas e Esparta pela hegemonia no Mediterrâneo e na Grécia continental mergulhou os gregos numa sucessão de guerras. Os combates, no entanto, não prejudicaram as realizações culturais e artísticas da época. Ao contrário, o século V a.C. ficou conhecido como o século de ouro na história grega devido ao extraordinário florescimento da arquitectura, escultura e outras artes. A estátua de Zeus foi destruída nesse mesmo século V a.C.
O MAUSOLÉU DE HALICARNASSO
Pirâmide de 24 degraus
No século IV a.C. , Artemísia, mulher de Mausolo, rei da Cária, mandou construir um túmulo em homenagem ao marido: o Mausoléu de Halicarnasso, que viria a ser a sexta maravilha do mundo. Halicarnasso era a capital da Cária -- região que englobava cidades gregas ao lo
ngo do mar Egeu e das montanhas do interior e hoje faz parte da Turquia. Durante o reinado de Mausolo (370-353 a.C.), a cidade conheceu grande progresso com a construção de edifícios públicos; extensa muralha devia protegê-la de ataques. O romano Plínio descreveu o mausoléu como um sumptuoso monumento sustentado por 36 colunas. Com quase 50 metros de altura, ocupava uma área superior a 1200 metros quadrados. Acima da base quadrada, erguia-se uma pirâmide de 24 degraus que tinha no topo uma carruagem de mármore puxada por quatro cavalos.
Dentro ficavam as estátuas de Artemísia e Mausolo, além de trabalhos de Escopas, considerado um dos maiores escultores da Grécia do século IV. Algumas dessas esculturas, como uma estátua de 4,5 metros, provavelmente de Mausolo, encontram-se no Museu Britânico. O túmulo foi destruído, provavelmente por um terremoto, em algum momento entre os séculos XI e XV. As pedras que sobraram da destruição acabaram sendo aproveitadas na construção de edifícios locais. Ficou do nome do rei Mausolo a palavra mausoléu, usada para designar monumentos funerários.
O COLOSSO DE RODES
Um pé em cada margem
Uma embarcação que chegasse à ilha grega de Rodes, no Mediterrâneo, por volta de 280 a.C., passaria obrigatoriamente entre as pernas da enorme estátua de Apolo (Hélio, para os romanos), Deus do Sol e protector do lugar. É que o Colosso de Rodes, como foi chamada a
sétima maravilha do mundo, tinha um pé fincado em cada margem do canal que dava acesso ao porto. Com 30 metros de altura, toda de bronze e oca, a estátua começou a ser esculpida em 292 a.C., pelo escultor Chares, de Lindus, uma das cidades da ilha, que a concluiu doze anos depois. Conta-se que o povo de Rodes mandou construir o monumento para comemorar a retirada das tropas do rei macedónio Demétrio Poliorcetes, que promovera longo cerco à ilha na tentativa de conquistá-la. Demétrio era filho do general Antígono, que após a morte de Alexandre, o Grande, herdou uma parte do império grego.
O material empregado na escultura foi obtido a partir da fundição dos armamentos que os macedónios ali abandonaram. A estátua ficou em pé por apenas 55 anos, quando um terremoto a jogou ao fundo da baía de Rodes onde ficou esquecida até a chegada dos árabes, no século VII. Estes, então, a quebraram e venderam como sucata. Para se ter uma ideia do volume do material, foram necessários novecentos camelos para transportá-lo. Essa, que foi considerada uma obra maravilhosa, teria no entanto levado Chares a suicidar-se, logo depois de tê-la terminado, desgostoso com o pouco reconhecimento público ao monumento. No ano passado, o assunto Colosso de Rodes voltou brevemente à tona: uma vidente australiana ganhou notoriedade ao assegurar que em determinado local da baía estava uma das mãos da estátua. Mas a pedra retirada do fundo do mar, conforme instruções da vidente, não tinha nada a ver com a escultura.
A empresa japonesa Genepax, apresentou recentemente o protótipo de um automóvel que trabalha a água. Embora não tenha revelado detalhes da nova tecnologia, é sabido que a sua base é muito semelhante à já existente célula de combustível que utiliza o hidrogénio.
Veja o vídeo:
O Aqueduto das Águas Livres é um complexo sistema de captação, adução e distribuição de água à cidade de Lisboa, em Portugal, e que tem como obra mais emblemática a grandiosa arcaria em cantaria que se ergue sobre o vale de Alcântara, um dos bilhetes postais de Lisboa.
O Aqueduto foi construído durante o reinado de D. João V, com origem na nascente das Águas Livres, em Belas, e foi sendo progressivamente reforçado e ampliado ao longo do século XIX. Resistiu incólume ao Terramoto de 1955.
No ano em que passam 276 anos sobre o início da sua construção, aqui ficam algumas imagens deste monumento emblemática da nossa capital.
Os magos só são mencionados em apenas um dos quatro evangelhos, o de Mateus. Nos 12 versículos em que trata do assunto, Mateus não especifica o número deles. Sabe-se apenas que eram mais de um, porque a citação está no plural e não há nenhuma menção de que eram reis. Não existem evidências históricas da existência dessas pessoas. São personagens criadas pelo evangelista Mateus para simbolizar o reconhecimento de Jesus por todos os povos. De qualquer forma, a tradição permaneceu viva e foi apenas no século III que eles receberam o título de reis provavelmente como uma maneira de confirmar a profecia contida no Salmo 72: Todos os reis cairão diante dele. Cerca de 800 anos depois do nascimento de Jesus, eles ganharam nomes e locais de origem: Melchior, rei da Pérsia; Gaspar, rei da Índia; e Baltazar, rei da Arábia. Em hebreu, esses nomes significavam rei da luz (melichior), o branco (gathaspa) e senhor dos tesouros (bithisarea). Quem hoje for visitar a catedral de Colónia, na Alemanha, será informado de que ali repousam os restos dos reis magos. De acordo com uma tradição medieval, os magos teriam-se reencontrado quase 50 anos depois do primeiro Natal, em Sewa, uma cidade da Turquia, onde viriam a falecer. Mais tarde, os seus corpos teriam sido levados para Milão, na Itália, onde permaneceram até ao século XII, quando o imperador germânico Frederico dominou a cidade e trasladou as urnas mortuárias para Colónia. Não se sabe quem está enterrado lá, mas com certeza não são eles. Mas isso não diminui a beleza da simbologia do Evangelho de Mateus ao narrar o nascimento de Cristo. Afinal, devemos aos magos até a tradição de dar presentes no Natal. No ritual da antiguidade, ouro era o presente para um rei. Incenso, para um religioso. E mirra, para um profeta (a mirra era usada para embalsamar corpos e, simbolicamente, representava a mortalidade).
Qualquer trabalho fica muito mais fácil se for feito com a ferramenta certa! E para ter sempre a ferramenta certa é preciso gastar mais de cinco mil euros no “Craftsman 1470 pc. Professional Tool Set”.
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Kamikaze de kami que significa "deus" e kaze, "vento") é uma palavra Japonesa — comum por se ter tornado o nome de um tufão que se diz ter salvo o Japão em 1281 de ser invadido por uma uma frota liderada por Kublai Khan, conquistador do Império Mongol . Em Japonês o nome "kamikaze" é apenas usado para designar este tufão, e neste caso, pode ser traduzido como: "Vento de Deus em prol do Japão". Na língua inglesa, contudo, refere-se habitualmente a um ataque suicida usado pelos pilotos japoneses que combateram na Segunda Guerra Mundial.
Os pilotos japoneses arremessavam os seus aviões contra os navios inimigos
com a intenção de causar um dano maior que um ataque convencional com uma bomba ou torpedos. Há um relato de um japonês que tentou colidir com um navio no seu avião mas foi abatido antes de chegar ao alvo, sobrevivendo logo após a queda no mar. Isso fez com que ele sentisse muita vergonha por não ter conseguido cumprir a sua missão. Hiroyoshi Nishizawa o maior piloto do Japão ofereceu-se como voluntário para uma missão Kamikaze mas a sua oferta foi recusada.
Cerca de 2.525 pilotos morreram em ataques kamikaze, causando a morte de 4.900 soldados aliados e deixando mais de 4 mil feridos. O número de navios afundados é controverso. A propaganda japonesa da época divulgava que os ataques conseguiram afundar 81 navios e danificar outros 195. A Força Aérea Americana alega que 34 barcos afundaram e 368 ficaram danificados.
Obs: Os capacetes utilizados pelos kamikazes serviam não apenas para protecção, mas também para comunicação, uma vez que os rádios se localizavam nos capacetes.
Fonte: Wikipédia
Conta-se que um personagem chamado Sandman - o Homem da Areia, em inglês anda por aí à noite, com um enorme saco de onde tira areia para atirar para os olhos que encontra abertos. Despeja o pó dentro deles até que fiquem turvos. Por fim, as pálpebras pesadas fecham. Parece assim que a areia do Sandman nos leva a um mundo silencioso e tranquilo, onde o corpo e a mente podem descansar. Mera ilusão. Durante o sono continuamos tão agitados como quando acordados. Um conjunto de medidas das actividades corporais mostra que o sono acontece em ciclos e o cérebro trabalha intensamente para efetuar tarefas possíveis apenas enquanto estamos a roncar.
Os ciclos - Durante oito horas um uma pessoa experimenta quatro ciclos de sono, que têm de uma hora e meia a duas horas. Cada ciclo subdivide-se em três estágios. O primeiro, sono ligeiro lento, faz a transição da vigília. O segundo, sono ligeiro profundo, restaura funções do corpo relacionadas com a actividade física: depois de um dia de muita ginástica, por exemplo, a sua duração tende a aumentar.
Nas duas fases, a frequência das ondas cerebrais, medidas pelo electroencefalograma (EEG), diminui e os músculos relaxam. O corpo recarrega-se para o dia seguinte e entra numa oficina de reparos comandada pelo cérebro. Este manda o pâncreas, por exemplo, libertar pequenas quantidades de hormona do crescimento, que favorece o desenvolvimento dos músculos e ossos e ajuda a restaurar tecidos danificados.
O paradoxo - o último estágio, conhecido como sono paradoxal, é completamente diferente. Tem este nome porque as ondas cerebrais agitam-se e o desenho no EEG, por estranho que possa parecer, assemelha-se ao da vigília. No entanto, acordar alguém nessa fase é dificílimo. Apresenta ainda uma característica muito especial: os olhos mexem-se freneticamente, fenómeno baptizado de REM, "movimento rápido dos olhos", em inglês. Durante o REM, que é maior após um dia de actividade intelectual intensa, provavelmente o cérebro recupera-se a si próprio e algumas das suas regiões ficam mais activas. O REM também inibe a acção das células motoras da medula espinal, responsáveis pela contracção dos músculos. Elas mostram-se sem tono e ficamos paralisados. Caso contrário, acordaríamos nas mais estranhas posições ou movimentávamo-nos de acordo com o que estivéssemos a sonhar. Gatos que tiveram as células motoras extraídas começam a agir durante o sono como se estivessem a lutar ou a lamber pratos imaginários. Com certeza, as consequências desses actos oníricos seriam muito mais constrangedoras para os humanos.
Razões - Todos os gatilhos que desencadeiam o sono permanecem nebulosos. Os especialistas acham que deve existir um conjunto de factores que nos faz dormir. Por enquanto, eles conseguiram definir acções específicas de cinco substâncias existentes no organismo: a serotonina está ligada ao sono lento; a acetilconina à fase REM; a noradrenalina e a h
istamina fazem despertar, e a dopamina actua em todos os períodos. Também existem regiões do sistema nervoso, algumas das mais arcaicas do ponto de vista evolutivo, relacionadas com cada estágio. O locus ceruleus põe em marcha o sono paradoxal; o bulbo raquiano comanda os controlos do sono e da vigília; o mesencéfalo actua como um despertador.
Misteriosamente, nós sonhamos no sono paradoxal. Não se sabe a razão, mas 95 % das pessoas acordadas nessa fase lembram-se dos seus sonhos, enquanto apenas 10% os recorda quando despertadas noutro momento. Exceptuando os golfinhos, todos os animais superiores sonham. Os golfinhos, animais inteligentes, nunca atingem a fase REM. Eles precisam de controlar os movimentos e a respiração, para não se afogarem. Mesmo sem sonhar, os outros vertebrados também desfrutam do prazer simples de descansar algumas horas naquele mundo tranquilo. Ainda que enquanto isso o organismo trabalhe tanto quanto acordado.
































