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segunda-feira, 30 de junho de 2008

Los Angeles

Publicada por Unknown


Los Angeles é a segunda maior cidade dos Estados Unidos da América, e maior cidade do Estado da Califórnia, situada ao sudeste do estado, na costa do Oceano Pacífico. A cidade de Los Angeles tem cerca de 3 957 875 habitantes, com mais de 17 milhões de habitantes na sua gigantesca região metropolitana. Foi fundada pelos espanhóis em 1781 com o nome de Pueblo de Nuestra Señora la Reina de los Ángeles sobre El Río Porciuncula, foi controlada pelo México após a independência deste da Espanha em 1821, e foi conquistada pelos americanos em 1846. Los Angeles é a sede do Condado de Los Angeles.
Los Angeles é o maior ponto de entrada para imigrantes que vêm aos Estados Unidos e é também uma das cidades mais multiculturais do mundo, com populações de muitas nações. É considerada uma cidade global alfa, tendo hospedado dois Jogos Olímpicos, e por ser lar de instituições científicas, culturais e financeiras internacionalmente renomadas. É um grande centro para produção de entretenimento, incluindo filmes, para televisão e gravadoras de música.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Buenos Aires

Publicada por Unknown




A cidade de Buenos Aires é a capital federal da República Argentina. Junto com sua área metropolitana (Grande Buenos Aires) é a terceira maior cidade da América do Sul e um dos maiores centros urbanos do mundo.
A cidade, designada popularmente pelos locais como Capital Federal e cuja denominação oficial é desde 1996 Ciudad Autónoma de Buenos Aires (ou Ciudad de Buenos Aires), estende-se sobre um terreno plano na margem direita do Rio da Prata de 19,4 quilometros de norte a sul e 17,9 km de leste a oeste.
O sector de maior importância na economia é o dos serviços, que representa 73% do Produto Interno Bruto.
A cidade é também o centro cultural de maior importância da Argentina e um dos principais da América Latina. A importante oferta cultural se encontra representada na grande quantidade de museus, teatros e bibliotecas, sendo alguns deles os mais representativos do país. Também se destaca a actividade acadêmica, já que algumas das universidades mais importantes da Argentina têm sua sede em Buenos Aires. Deve destacar-se que a cidade foi eleita pela UNESCO como Cidade do Design em 2005.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Nova Iorque

Publicada por Unknown


Nova Iorque, ou Nova York (em inglês: New York, formato também muito utilizado em português), é uma cidade localizada no Estado americano de Nova Iorque. Nova Iorque é a cidade mais populosa do país. Localizada no nordeste dos Estados Unidos, Nova Iorque é uma das cidades mais importantes e influentes do mundo, onde está localizado o principal centro financeiro mundial, bem como a sede da ONU.
Com seus oito milhões de habitantes, com cerca de 18,7 milhões de habitantes na sua área metropolitana, a região metropolitana de Nova Iorque é facilmente a maior dos Estados Unidos da América, e a segunda mais populosa da América do Norte (depois da Cidade do México).

De facto, apenas dez Estados americanos (não se incluindo nesta lista o Estado de Nova Iorque) possuem mais habitantes do que a cidade de Nova Iorque. Desde a sua fundação, em 1625, Nova Iorque têm sido um dos principais destinos de imigrantes, vindos de todas as partes do mundo, que fizeram de Nova Iorque uma cidade altamente cosmopolita, e a uma das mais diversificadas, a nível étnico e racial, do mundo.
As empresas financeiras e comerciais que operam na cidade possuem um papel primário na economia dos Estados Unidos e do mundo. Os bancos e as bolsas de valores instaladas na cidade ajudam a financiar a maioria das empresas americanas.

Nova Iorque é uma cidade que não pára no tempo. Várias empresas, shopping centers e outros estabelecimentos comerciais, bem como o seu sistema de transportes públicos (autocarros e metropolitanos) operam 24 horas por dia, 7 dias por semana. Isto fez com que a cidade fosse cognomeada de The City That Never Sleeps (A Cidade Que Nunca Dorme).

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Luanda

Publicada por Unknown



Luanda (anteriormente conhecida como São Paulo da Assunção de Loanda) é a maior cidade e capital de Angola, sendo também a capital da Província de Luanda. Localizada na costa do Oceano Atlântico, é o principal porto e centro administrativo de Angola. Tem uma população de aproximadamente 4,5 milhões de habitantes (estimativa da ONU em 2004).
As indústrias presentes na cidade incluem a transformação de produtos agrícolas, produção de bebidas, têxteis, cimento e outros materias de construção, plásticos, metalurgia, cigarros, e sapatos. O petróleo, extraído nas imediações, é refinado na cidade, embora a refinaria tenha sido várias vezes danificada durante a guerra civil. Luanda possui um excelente porto natural, sendo as principais exportações café, algodão, açúcar, diamantes, ferro e sal. No entanto, a economia de Luanda continua a ser seriamente afectada pelos conflitos militares em Angola.
Luanda está dividida em duas partes: a "baixa" (parte velha) e a "cidade alta" (parte nova). A "baixa" fica perto do porto, tendo ruas estreitas e edifícios da época colonial. Os habitantes de Luanda são na sua grande maioria membros de grupos étnicos africanos, incluíndo Ovimbundu, Kimbundu e Bakongo. Existe uma pequena minoria de origem europeia. A língua oficial e mais falada é o Português, sendo também faladas várias línguas do grupo Bantu.
A cidade é sede de um arcebispado da Igreja Católica. Pontos importantes da cidade incluem a Universidade de Angola e o Palácio do Governador.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

EcoCity - Tübingen

Publicada por Unknown


A cidade alemã de Tübingen é conhecida pelo seu planeamento urbano amigo do ambiente.
Durante a última década, a zona industrial de Südsadt foi desmantelada e substituída, por um conjunto de residências, escritórios, lojas, restaurantes e algumas pequenas indústrias artesanais.



Fonte: www.euronews.net

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Só ficou a muralha para contar a história

Publicada por Unknown


Qual a cidade mais antiga do mundo, que ainda existe?

Jericó, na Cisjordânia, que pode ter mais de 10 000 anos. Só que a Jericó moderna é muito diferente da antiga. A cidade original, muito citada no Velho e no Novo Testamento, foi destruída e abandonada várias vezes. Da Antiguidade restaram apenas algumas ruínas, desabitadas. Entre elas, as da velha muralha de pedra, que, tudo indica, foi construída 8 000 anos antes de Cristo. Com o tempo, o centro urbano foi se deslocando e a Jericó actual encontra-se a uns 2 quilómetros de suas origens. O muro prova que não se tratava de uma aldeia como as dos índios, mas de uma verdadeira cidade. Pelo tamanho da muralha, supõe-se que tenha abrigado entre 2 000 e 3 000 habitantes. No entanto, a cidade mais antiga, que nunca deixou de ser habitada é Damasco, hoje capital da Síria. Escavações comprovam uma ocupação de mais de 5 000 anos. Dezenas de outros municípios, com idades parecidas, reivindicam o título. Entre eles, Beirute, no Líbano, Cairo, no Egipto, e Sanaa, no Iémen. Só que, por enquanto, nenhum conseguiu provar que foi criado antes de Damasco.

sábado, 12 de abril de 2008

Tunis

Publicada por Unknown


Tunes(português europeu)(تونس, Tūnis, em árabe) é a capital da Tunísia e da província de Tunes, com uma população de 728 453 habitantes (2004). Certas fontes estimam a população da Grande Túnis em cerca de 2 milhões de habitantes.

Situada num grande golfo do mar Mediterrâneo - o golfo de Tunes -, do qual é separada pelo lago de Tunes e o porto de La Goulette (Halq al Wadi), a cidade estende-se pela planície costeira e pelas colinas que a cercam. A medina é cercada por bairros mais recentes (da era colonial e posterior). Em torno da cidade encontram-se os subúrbios de Cartago, La Marsa e Sidi Bou Said.

A medina, declarada Património Mundial em 1979, é o centro da cidade: uma densa aglomeração de vielas e passagens cobertas, com cores e aromas intensos, comércio activo e agitado e uma quantidade de bens em oferta que vão do couro ao plástico, do estanho à filigrana, das lembranças para turistas ao trabalho de pequenas lojas de artesanato.

A cidade moderna, ou Ville Nouvelle, começa no Portão do Mar (Bab el Bahr) e é cortada pela grande avenida Bourguiba, onde os edifícios da era colonial contrastam com estruturas menores. Como capital nacional, Tunes é o centro da atividade comercial tunisiana, bem como o foco da vida política e administrativa do país.


Acredita-se que os fenícios teriam fundado Tunes no século VI a.C.. A cidade atual foi construída enquanto estava sob o controle do governo francês (1881-1956) e, quando o país se tornou independente, Tunes passou a ser sua capital

Ocupa um istmo elevado e está dividida em duas partes: a antiga cidade amuralhada muçulmana e o distrito europeu, mais recente. As ruas da área antiga possuem inúmeros bazares e esplêndidas mesquitas.

No bairro muçulmano, também se encontra o palácio do Bei e a mesquita da Oliveira (732 d.C.). A Universidade (1960) também está localizada nessa cidade. As ruínas da antiga cidade de Cartago encontram-se nas cercanias

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Maputo

Publicada por Unknown

Foi fundada em 1782, na forma de uma feitoria com o nome de Lourenço Marques. Em 1877 foi elevada a vila e em 10 de Novembro de 1887 a cidade, por meio de um Decreto do Rei de Portugal (formalmente intitulado Decreto Régio). Deste modo, esta última data é considerada "natal" pelo município. E em 1898 tornou-se a capital da colónia portuguesa de Moçambique. A partir dos anos 40 e 50, do século XX, a cidade expandiu-se a nível comercial, industrial e residencial.

Passou a ter a designação de Maputo a seguir à Independência, em 1975. O novo nome provém dum slogan da Frelimo que afirmava que iria libertar o país do Rovuma ao Maputo, referindo-se às fronteiras norte e sul do país, respectivamente. Com a independência do país, passou a designar-se Maputo, no ano de 1976, por directivas do primeiro Presidente de Moçambique, Samora Machel. Depois, a urbe teve um significativo afluxo populacional devido à guerra travada no interior do país (1976-1992) e à falta de infra-estruturas nas zonas rurais.

Para além destas duas designações, a cidade e a sua área também foram conhecidas por outros nomes, tais como Baía da Lagoa, Xilunguíne ou Chilunguíne (local onde se fala a língua portuguesa), Mafumo, Camfumo ou Campfumo (do clã dos M'pfumo, o reino mais importante que existia nesta região), Delagoa e Delagoa Bay, sendo esta a mais internacionalmente conhecida designação pelo menos até aos primeiros anos do século XX.

Fonte: www.wikipedia.com

sábado, 29 de março de 2008

Hanoi.

Publicada por Unknown

Hanói (Ha Noi, em vietnamita, Hán Tự: 河内) é uma cidade com estatuto de província, capital do Vietname. Hanói ( 2 672 122 habitantes, 3 977 000 no aglomerado urbano, a antiga hang Long) situa-se no centro da planície deltaica do rio Vermelho, a 88km das costas do golfo do Tonquim, onde está o seu anteporto, Hai Phong. Fundada provavelmente no século V, Hanói foi capital do Imperio Vietnamita até 1802, quando foi substituída por Hué.


Ocupada pelas tropas francesas em 1872 e em 1882, depois do desmembramento do Vietname tornou-se centro administrativo do Tonquim e, em 1902, capital da Indochina francesa. Durante a Segunda Guerra Mundial foi ocupada pelos japoneses e, em 1945, foi proclamada a República Democrática do Vietname. Em Dezembro de 1946, começou a guerra de resistência contra os franceses; as tropas francesas retiraram-se em Outubro de 1954, e a cidade regresou à República Democrática do Vietname. Por diversas vezes bombardeada pela aviação norte-americana durante o conflito vietnamita, tornou-se capital da unificada República Socialista do Vietname. Rodeada por uma ampla cintura agrícola, nos finais do século XX, a cidade registou um próspero desenvolvimento na indústria e no sector terciário. As grandes instalações industriais operam no sector mecânico, das aparelhagens eléctricas, da borracha, químico, cimenteiro, alimentar, têxtil e do vestuário. Importante nó rodo-ferroviário, Hanói também é servida por um porto fluvial.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Budapeste - A união das duas margens!

Publicada por Unknown


Budapeste (Budapest em húngaro) é a capital e a maior cidade da Hungria, e a sexta maior da União Europeia. Localiza-se nas margens do Danúbio e tem cerca de 1,8 milhão de habitantes.
Em torno de 89 a.C., na margem direita do Danúbio, os romanos fundaram a cidade de Aquincum, no local que viria a tornar-se Ôbuda (Óbuda, em húngaro, "Velha Buda"; hoje um subúrbio de Budapeste). De 106 d.C. até o século IV, Aquincum foi a capital da província romana da Panônia Inferior. Do outro lado do rio, foi surgindo ao longo do tempo uma povoação que se chamaria Peste (Pest, em húngaro).
Por volta de 900 d.C., a região foi ocupada pelos magiares, que fundaram o Reino da Hungria. Ao sul de Ôbuda e em frente a Peste, numa colina à margem do Danúbio, os magiares ergueram em 1241 um castelo real, numa localidade que viria a chamar-se Buda (Buda, em húngaro). Em 1361 Buda tornou-se a capital da Hungria.
Em 1541, Buda e Peste caíram sob domínio otomano e a primeira passou a ser a sede de um paxá turco. A área foi reconquistada pelos Habsburgos em 1686.
Ao longo dos séculos XVIII e XIX, Peste cresceu rapidamente e tornou-se um centro comercial. As três cidades - Ôbuda, Buda e Peste - foram fundidas por decisão do governo revolucionário em 1849, revogada quando a revolução foi reprimida pelos Habsburgos. Com o Compromisso de 1867, que concedeu à Hungria um governo autônomo no seio da Monarquia Austro-Húngara, a fusão foi mais uma vez efetuada (1873), criando a cidade de Budapeste, capital da Hungria. Em 1900, a sua população atingiu 730.000 habitantes; em 1930, 1 milhão.
Aproximadamente um-terço dos 250.000 judeus da cidade pereceu durante a ocupação nazi na Segunda Guerra Mundial. Budapeste foi muito danificada quando a cidade foi tomada pelo Exército Vermelho.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Dubai: Cidade cogumelo

Publicada por Unknown



Era uma vez um xeque que gostava de sonhar. Os seus domínios, nas margens do golfo Pérsico, eram compostos por uma aldeia adormecida, crestada pelo sol, habitada por apanhadores de pérolas, pescadores e comerciantes que ali atracavam os dhows e barcos de pesca, junto a um ribeiro que serpenteava pelo meio da povoação.
Porém, onde os outros viam apenas um riacho de águas lodosas, o xeque Rashid bin Saeed al Maktoum viu uma auto-estrada para o mundo. Em 1959, Rashid pediu emprestados muitos milhões de euros ao seu vizinho Koweit, rico em petróleo, para dragar o ribeiro, alargá-lo e torná-lo suficientemente fundo para a navegação. Construiu docas e armazéns e projectou estradas, escolas e casas. Houve quem temesse que o xeque estivesse tomado de loucura, mas Rashid acreditava na força de começar de novo.

De vez em quando, ao alvorecer, na companhia do filho Mohammed, ele passeava a pé pelas docas e desenhava no ar o seu sonho, com palavras e gestos. E, no final, tudo assim se passou. Ele construiu, e as pessoas vieram. O xeque Mohammed bin Rashid al Maktoum, seu filho e actual governante do Dubai, construiu em volta do riacho o seu próprio sonho grandioso, transformando a visão original do pai num mundo de fantasia cheio de luz, ar condicionado e arranha-céus habitados por um milhão de pessoas. Com uma silhueta ao estilo de Manhattan, um porto de classe mundial e centros comerciais sem encargos aduaneiros, o pequeno Dubai atrai hoje mais turistas do que a Índia, mais navios do que Singapura e mais capital estrangeiro do que muitos países europeus. Cidadãos de 150 países mudaram-se para o território, ali vivendo e trabalhando. O Dubai construiu ilhas artificiais para alojar os residentes mais ricos. A taxa de crescimento económico de 16% do país quase duplica a da China. As gruas de construção recortam-se contra o horizonte, como pontos de exclamação. O Dubai é também um raro exemplo de sucesso no Médio Oriente, região onde prevalece uma história de fracassos. Num momento em que o mundo islâmico se esforça por se adaptar à modernidade, vale a pena perguntar se o Dubai representa uma anomalia refulgente ou um modelo passível de reprodução noutros países árabes. Abdulrahman al Rashid, jornalista saudita e director do canal de notícias Al-Arabiya, tem uma opinião muito particular: “O Dubai gera pressão sobre o resto do mundo árabe e muçulmano. Os cidadãos começam a perguntar aos seus governos: se o Dubai consegue, porque não conseguimos nós?” Não existe outro lugar como o Dubai à superfície da Terra. Esta é a capital mundial da vida luxuosa; a atmosfera quase crepita com um misto volátil de excessos e oportunidades. É o tipo de lugar onde floresce a venda de telemóveis incrustados com diamantes, a 7.600 euros cada; onde milhões de pessoas chegam de avião todos osanos só para fazer compras.



Fonte: Revista National Geographic