O Festival Internacional Douro Jazz entra na sua quinta edição, apresentando 56 espectáculos em seis cidades de Trás-os-Montes e Alto Douro. Durante um mês, realizam-se concertos em Vila Real, Régua, Bragança, Lamego, Chaves e São João da Pesqueira, com base em parcerias estabelecidas em edições anteriores, às quais agora se associam o Museu do Douro e o Teatro Ribeiro Conceição, de Lamego.
Os norte-americanos Smashing Pumpkins anunciaram no seu site oficial que vão lançar um DVD em Novembro para celebrar os 20 anos de carreira da banda.
«If All Goes Wrong» recupera os concertos no auditório Fillmore, em São Francisco, durante 11 noites entre Julho e Agosto de 2007, e mostra um documentário de quase duas horas sobre a banda de Billy Corgan realizado por Jack Gulick e Daniel E Catullo III.
Sete temas nunca antes editados fazem parte dos vídeos da passagem pelo Fillmore, entre os quais «99 Floors», «Peace + Love» e «No Surrender».
Dividido em dois DVDs, o registo inclui ainda um mini-documentário sobre os fãs dos Smashing Pumpkins («Voices Of The Ghost Children») e uma entrevista com o guitarrista dos The Who, Pete Townshend.
O alinhamento de «If All Goes Wrong»:
DVD 1 - Documentário «If All Goes Wrong» - «Voices Of The Ghost Children» - Entrevista com Pete Townshend
DVD 2 - «The Fillmore Residency» 1. The Rose March (inédito) 2. Peace + Love (inédito) 3. 99 Floors (inédito) 4. Superchrist 5. Lucky 13 6. Starla 7. Death From Above 8. The Crying Tree Of Mercury 9. Winterlong 10. Heavy Metal Machine 11. Untitled
12. No Surrender (inédito) 13. Gossamer (inédito) 14. Zeitgeist
- Bónus «Live From The Floor Of The Fillmore» 1. 99 Floors 2. Peace + Love 3. No Surrender 4. Mama 5. Promise Me
Reunindo mais de 120 trabalhos, entre pinturas, fotografias, desenhos e filmes de Salvador Dalí (1904-1989), esta exposição explora o papel do cinema, enquanto componente do processo criativo e também no campo de experimentação fílmica, na obra do artista espanhol.
São conhecidas as colaborações de Dalí com famosos cineastas, como Luis Buñuel nos filmes "Un Chien Andalous" (com a famosa sequência do olho cortado com uma lâmina) e "L'Age d'Or", em projectos de Alfred Hitchcock e ainda em filmes de Walt Disney.
Ao longo da exposição as diversas obras em diferentes suportes estão dispostas lado a lado, no sentido de percorrer as ideias, a iconografia e as estratégias pictóricas partilhadas por esta selecção de trabalhos.
Em complemento da exposição, decorre uma série de projecções de filmes clássicos e vanguardistas admirados por Dalí, a exibição integral dos filmes onde colaborou e ainda a presença do seu legado no cinema contemporâneo.
Os norte-americanos Metallica desvendaram no seu site oficial o alinhamento do novo álbum «Death Magnetic», a editar em Setembro próximo.
Das dez faixas que compõem o disco, o destaque vai inevitavelmente para «The Unforgiven III», a terceira parte do tema que foi lançado em 1991 com o álbum «Metallica» e que contou com uma sequela em «Reload» (1997).
Entretanto, os Metallica - que estiveram no Rock in Rio Lisboa em Julho - vão participar numa homenagem ao falecido guitarrista dos Pantera, Dimebag Darrel. No próximo dia 9 de Agosto, durante o festival Ozzfest em Dallas, o guitarrista Kirk Hammett irá juntar-se a Kerry King (Slayer), Jerry Cantrell (Alice In Chains) e Scott Ian (Anthrax) para um tributo ao músico assassinado em palco em 2004.
O alinhamento de «Death Magnetic»:
1. That Was Just Your Life 2. The End of the Line 3. Broken, Beat & Scarred 4. The Day That Never Comes 5. All Nightmare Long 6. Cyanide 7. The Unforgiven III 8. The Judas Kiss 9. Suicide & Redemption 10. My Apocalypse
Dois projectos discográficos do grupo britânico Oasis ocupam os primeiros lugares da tabela dos Melhores Álbuns Britânicos de Sempre, numa votação que contou com a participação de 11 mil pessoas, noticia a BBC News.
«Definitely Maybe», editado em 1994, figura na primeira posição, já «(What's The Story) Morning Glory», de 1996, ficou em segundo lugar da votação levada a cabo pela revista Q e pela HMV.
Os Radiohead tem o seu álbum «OK Computer» em terceiro lugar, seguido por «Revolver» dos Beatles e pelos Stone Roses , que assinam o disco com o seu próprio nome.
Na lista, de 50 álbuns britânicos, estão cinco trabalhos dos Beatles.
Os Oasis, além dos álbuns que se encontram nas primeiras posições da lista, têm ainda «Don't Believe the Truth» no 14º lugar e o «Be Here Now» no 22º, somando o total de quatro.
A única presença feminina no top pertence à cantora Amy Winehouse, com o álbum «Back To Black».
Os 10 Melhores Álbuns Britânicos de Sempre:
(Clicar nas imagens para mais informação)
1. Oasis, «Definitely Maybe»
2. Oasis, «(What's the Story) Morning Glory?»
3. Radiohead, «OK Computer»
4. Beatles, «Revolver»
5. Stone Roses, «Stone Roses»
6. Beatles, «Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band»
A MTV revelou que Beck deverá editar novo álbum de originais no próximo mês. A informação baseia-se em relatos de pessoas próximas do músico e não é confirmada pelo assessor de imprensa nem pela editora.
O site do canal de televisão adianta também que o novo registo de Beck conta com produção de Danger Mouse e com a colaboração de vários artistas, entre os quais Cat Power. O cantor vem a Portugal para actuar no Festival Super Bock Super Rock, em Lisboa, no dia 10 de Julho.
Um professor inglês investigou e o semanário britânico New Musical Express deu os primeiros sinais de alarme: de acordo com Mark Bellis, aparente especialista em futurologia do «quinanço», os músicos têm a tendência para morrer cedo. A novidade não é propriamente bombástica e torna-se rapidamente um assunto corriqueiro quando as razões de tão precoce mortandade são reveladas – só o consumo desregrado de drogas e o abuso no álcool vale um terço das certidões de óbito. De acordo com este estudo, a esperança média de vida de um músico dado aos prazeres proibidos é – espante-se – 35 anos menor do que a de um comum mortal do mundo ocidental.
Mas há mais: suicídios, doenças do coração e todas as variantes cancerígenas são potenciais ceifeiras a pairar sobre a cabeça do músico que se quer estouvado. O estudo retira quaisquer perspectivas de longevidade ao incauto manipulador de guitarras, baixos, baterias ou microfones quando avisa que o simples facto de se fazer parte de uma banda de sucesso já significa fazer descontos (e não exactamente para a reforma).
O stress é, evidentemente, um alvo a abater. E viajar pelo mundo pode ser enriquecedor culturalmente mas faz mal à cabeça – o «jet lag» altera, drasticamente, os padrões de sono dos nossos génios favoritos. Carros e aviões comportam, igualmente, uma quota-parte de riscos. Com base nestes condicionalismos, o NME prevê que Pete Doherty não passe dos 34 anos; Beth Ditto (das Gossip) e Amy Winehouse podem vir a despedir-se deste mundo aos 39. Por sua vez, a neófita (e mais ajuizada) Kate Nash terá o prazer de conhecer os netos.
A BLITZ consultou o respeitável Death Clock , a chacinar desde os 90s, e apurou resultados surpreendentes: Jeff Buckley, falecido em 1994, poderia afinal ter vivido até 2014; se não tivesse sido alvejado mortalmente em 1980, John Lennon levaria uma vida santa até 2029. Por sua vez, Keith Richards, dos Rolling Stones, já deve três décadas ao criador – as previsões mais optimistas não lhe vaticinavam sinais vitais depois de 1977.
Os Foo Fighters estão em estúdio a preparar o sucessor de "In Your Honour".
A banda está há cerca de um mês e meio a trabalhar com Gil Norton, o produtor dos Pixies.
Em declarações á rádio inglesa XFM, Dave Grohl afirmou que este novo trabalho soa a Foo Fighters, mas explora novas direcções. Grohl afirmou ainda que está muito contente com os novos temas e que quer rapidament tocá-los ao vivo.
A banda vai estar em estúdio pelo menos mais um mês.
A identidade alternativa dos Green Day - os Foxboro Hot Tubs - lançaram na Internet seis novas músicas originais, que podem ser descarregadas no site Foxborohottubsdownload.com.
Este conjunto de músicas é o lado B do lado do álbum Stop «Drop AQnd Roll!!!» dos Foxboro Hot Tubs, que deverá ser lançado no próximo mês, de acordo com o site NME.
Os rumores iniciais apontavam os Foxboro Hot Tubs como um projecto à parte dos Green Day, mas a banda acabou por revelar que está por detrás do nome, que se deve, segundo explicou o frontman Billie Joe Armstrong, a um lugar onde os elementos da banda se costumavam refugiar para «sacar bebidas e miúdas».
São 47 segundos de guitarras, bateria e muita energia, como é aliás apanágio dos Franz Ferdinand. O clip «Under the Stage» foi divulgado no MySpace da banda e já está a circular no YouTube como cartão de visita para o novo álbum.
A julgar pelos comentários, os fãs gostaram desta amostra e já só querem ouvir o álbum inteiro.
A banda, que já actuou em Portugal por várias vezes, regressa em Agosto para actuar no Festival Sudoeste. Fica por saber se «Under the Stage» fará parte do espectáculo.
De 24 de Abril a 4 de Maio, o IndieLisboa regressa para a quinta edição e, em parceria com a EGEAC, volta a instalar-se numa das salas mais emblemáticas da cidade: o cinema São Jorge. O São Jorge será o ponto de encontro das noites do festival, com diversas surpresas, das quais se destaca, "Life in loops: a Megacities Remix", pelos Sofa Surfers, que será apresentada pela primeira vez em Portugal. Esta performance mistura música ao vivo com projecções vídeo, partindo do filme «Megacities», do cineasta Michael Glawogger, homenageado pelo IndieLisboa 2006.
Além do São Jorge, e à semelhança do ano passado, o IndieLisboa estará também no Fórum Lisboa, que continuará a funcionar como "quartel-general" do festival, e nos cinemas King e Londres. A Competição Oficial de Longas e Curtas Metragens é composta por filmes nunca antes apresentados publicamente em Portugal e terminados em 2006 ou 2007. Concorrem filmes de ficção, animação, documentários ou obras experimentais, que sejam primeiras e segundas obras, numa clara aposta em novos realizadores.
David Fonseca marcou a sua estreia no Coliseu dos Recreios com um espectáculo pleno de luz, cores e teatralidade. O cantor tinha prometido festa e surpresas para este concerto e não desiludiu o público.
Os bilhetes para o concerto deste sábado já tinham esgotado na quinta-feira. Foi perante uma sala lotada de fãs que David Fonseca celebrou o seu último álbum, «Dreams In Colour», num espectáculo em que o tema era precisamente os sonhos que o inspiram.
Depois da abertura do espectáculo com Rita Redshoes, as luzes apagaram-se e começámos a ouvir a voz de David Fonseca. «Para quê ter pressa de chegar quando é a viagem que me fascina?» Um vídeo introspectivo de David Fonseca a viajar de carro dava início ao concerto, espelhando o objectivo que o cantor já tinha anunciado, «uma ideia clara de espectáculo, onde vão acontecendo coisas e estamos a caminhar para um sítio».
Depois do vídeo subiu ao palco um grupo musical de mexicanos, o que divertiu e deixou o público ainda mais curioso com esta promessa de concerto «original». O cantor surgiu com a banda por trás do grupo mexicano, tocando «4th Chance», do último álbum.
David Fonseca saudou então o público, com um entusiasmado «Boa noite, Lisboa». A interacção entre cantor e plateia fez-se sentir toda a noite: David Fonseca contou piadas e histórias relacionadas com o último álbum com grande à vontade, como se aquele concerto no Coliseu fosse apenas uma noite entre amigos.
Seguiu-se «Our Hearts Will Beat as One», single e título do segundo álbum. As luzes voltaram a apagar-se e David Fonseca surgiu de lanterna na mão para cantar «Song To The Siren», do grupo «The Mortal Coil».
Depois de «Who Are You», do segundo álbum, David Fonseca cantou uma das músicas mais esperadas: «Superstars II», que ficou na cabeça dos portugueses pelo assobio.
Outro dos pontos altos do concerto foi a música «Kiss Me, Oh Kiss Me», conhecida como a música que David Fonseca criou «à pressão» antes de um Festival no Texas. O público reagiu a «Kiss Me, oh Kiss Me» a partir dos primeiros acordes, batendo palmas ao ritmo da música. A festa que David Fonseca tinha prometido estava a acontecer, o público esteve animado desde o início ao fim.
A música nova que o cantor tinha prometido surgiu depois de «Hold Still», com Rita Redshoes, e «Rocket Man». David Fonseca apresentou a sua nova criação no Coliseu, provisoriamente chamada «Own Truth».
A meio do espectáculo, vimos mais um vídeo, em que David Fonseca divagava sobre o momento em que adormecemos. «Deixo-me levar pelo brilho das estrelas, imagino o que há para lá delas», contava.
O arco-íris dos holofotes que davam cor à música e à plateia de David Fonseca acentuaram-se em «The 80's». O palco tornou-se uma autêntica pista de dança dos anos 80, com vários bailarinos vestidos de roupa colorida. David Fonseca colocou então os seus característicos óculos «à Woody Allen», com aros vermelhos.
Interpretou depois a música «Video Killed The Radio Star», terminando o momento consagrado aos anos 80 e ao álbum com o mesmo nome. A seguir adaptou músicas das Spice Girls, Britney Spears, Nelly Furtado e Rihanna, explicando que, apesar de as «cantarmos alegremente», escondem histórias de amor reais. Este momento lembrou o que David Fonseca fez com a música de Mónica Sintra, que na sua versão não ficava tão «comercial».
«Esta foi a primeira música que escrevi». Foi assim que o público percebeu que David Fonseca iria cantar «Angel Song» dos Silence 4. Toda a plateia acompanhou o músico numa onda de nostalgia por uma altura marcante da sua carreira.
Para a música «Dreams in Colour», David Fonseca surgiu a tocar deitado numa cama, de pijama. Depois de cantar anunciou «Lisboa, está na minha hora», e voltou a deitar-se, mas regressou ao palco para para cantar «This Raging Light» e «Respect» dos Silence 4. O concerto terminou com a banda vestida de artistas do circo e super-heróis, dando fim a um verdadeiro espectáculo.
Os 4 rapazes de Sheffield, Arctic Monkeys, tomaram em pouco tempo de assalto o top de vendas inglês.
Tudo começou em 2003, quando a banda começou a dar concertos nos quais distribuía entre o público cópias da Demo de estreia, que incluía aquele que viria a ser o primeiro single de grande sucesso, "I Bet You Look Good On The Dance Floor".
O público que enchia as salas de espectáculo começou a divulgar a demo através da Internet, o que muito contribuiu para que a banda fosse atingindo novos fãs que acorriam aos concertos. Muito antes da edição do CD de estreia, já os Arctic Monkeys esgotavam salas em Londres.
O hype estava criado e os bilhetes para os concertos da banda começaram a ser leiloados na Internet, chegando a atingir as 100 Libras. Como é fácil de adivinhar, as grandes editoras começaram a tentar assinar com a banda, mas os Arctic Monkeys acabaram por optar pela Domino Records.
O álbum de estreia vendeu mais de 100 mil cópias no primeiro dia e garantiu-lhes nomeações importantes para os prémios de um dos mais reputados jornais britânicos, o New Musical Express, nas categorias de Melhor Banda Britânica, Melhor Banda Nova, Melhor Banda Ao Vivo e Melhor Música. O jornal não hesitou em atribuir 10 em 10 a "Whatever People Say I Am, That's What I'm Not".
Apesar de o número de CDs vendidos os empurrar para o estrelato, os jovens adolescentes parecem apenas estar preocupados em fazer música e recusaram, inclusive, uma participação no Top Of The Pops, em virtude de terem atingido o primeiro lugar.
Membros da banda
- Alex Turner - vocalista e guitarrista - Jamie "Cookie" Cook - guitarrista - Andy Nicholson - baixista - Matt Helders - baterista
Discografia
- "Whatever People Say I Am, That's What I'm Not" - 2006
A estreia sem maquilhagem foi em terras nacionais. A entrevistá-los está... será mesmo?
11 de Outubro de 1983, Cascais. Momento histórico documentado por imagens em movimento. Os Kiss tocam, pela primeira vez, sem maquilhagem. Caiu, assim, um mito dos anos 70. No segundo vídeo, em entrevista, confessam-se confortáveis com o despir da «máscara» - mas a pergunta que se impõe é: o repórter será mesmo José Rodrigues dos Santos?
A venda de música no mercado português em formato áudio e digital sofreu uma quebra de 6,1 milhões de euros (ME) em 2007, com as editoras a facturarem um total de 44,5 ME, revelou a Associação Fonográfica Portuguesa (AFP), citada pela Lusa.
No ano passado, as editoras discográficas facturaram cerca de 44,5 ME com venda de música, sobretudo em CD e em digital, menos 12 por cento do que em 2006, ano em que a facturação ultrapassou os 50,6 ME.
«Estamos perante um quadro de evolução complicado, depressivo. Vamos acumulando perdas ano após ano sem haver um correspondente aumento do mercado digital que alivie perspectivas para o futuro», afirmou o presidente da AFP, Eduardo Simões.
De acordo com o relatório da AFP sobre o mercado discográfico, em 2007 venderam-se 7,9 milhões de unidades de álbuns discográficos, com o suporte CD ainda a dominar as vendas (6,7 milhões).
Álbuns Pop/Rock predominam
No que toca a lançamentos discográficos, na edição de música portuguesa, predominam os álbuns de pop/rock, que renderam 4,2 ME de facturação para as editoras, seguindo-se a música ligeira (1,8 ME) e o fado (1,3 ME).
O mesmo acontece quando se fala na edição discográfica de grupos e artistas estrangeiros em Portugal, com o pop/rock a ser o mais lucrativo, com 14,5 ME, muito à frente dos 1,1 ME de facturação com a música clássica.
Apesar da quebra que a indústria discográfica sofreu em 2007, a venda de música exclusivamente em formato digital registou um aumento de 2,1 ME para 2,6 ME, com 225.433 descarregamentos (downloads) legais.
A maior fatia nesta área foi para os conteúdos de música para telemóveis - 1,9 milhões de unidades -, a maioria toques telefónicos pagos (1,2 milhões de unidades), que renderam 1,6 milhões de euros.
Nas vendas de música em formato digital, o consumidor preferiu comprar singles (202.581 unidades) em vez de descarregar álbuns inteiros (18.971).
A Olive Media vai lançar o Opus nº4, um servidor dedicado a guardar toda a sua colecção de músicas num só lugar. Tem um ecrã a cores, touchscreen de 4.3” no qual pode fazer buscas por género, álbum ou artista. Todas as músicas são gravadas no formato FLAC, com uma óptima qualidade de som, e o Opus nº4 tem espaço suficiente para até 3000 CDs!
O Opus toca qualquer música da colecção, além de CDs de áudio, mas se quiser compartilhar esta música com o resto da casa vai precisar do Melody nº2, que pode transmitir sem fio as suas músicas para até 10 quartos ao mesmo tempo.
A Olive também oferece o serviço Preload, que lhe permite comprar o Opus nº4 com 100 dos seus CDs pré-gravados, mas para isso você precisa de enviar os CDs para eles via Fedex. O Opus está a frente do seu tempo, pois já é compatível com o formato de música HD (94khz / 24bit) ou seja, até 250 vezes a qualidade do CD. Além disto, as drives do Opus nº4 são muito silenciosos, porque tem 8 camadas anti-ruído.
O Opus nº4 custa US$ 1.500 (lá fora) na versão de 320 GB, mas também existem modelos com 500 GB, 750 GB e 1 TB, todos disponíveis nas cores preta e prata. Já o Melody nº2 custa US$ 599.
Os Portishead vão apresentar oito novos temas do próximo álbum na «Current TV», no dia 11 de Abril, três semanas antes do lançamento do novo trabalho, previsto para o dia 28 do mesmo mês.
De acordo com a NME, as músicas do álbum «Third» vão ser gravadas na cidade que deu o nome à banda. «Portishead in Portishead» foi o título dado ao programa onde os temas vão ser apresentados.
A banda britânica esteve recentemente em Portugal, onde esgotou os Coliseus do Porto e de Lisboa, nos dias 26 e 27 de Março.
Estreia ainda este ano, no Verão ou no Outono, um filme em três dimensões rodado durante o ano passado durante os concertos dos U2 na América Latina.
Os produtores anunciam este filme como sendo pioneiro no registo de concertos pois foi rodado e será exibido com recurso a tecnologia 3D inovadora. Um trailer incluindo a canção "Sunday Bloody Sunday" foi exibido, no passado dia 15 de Março, na mostra ShoWest, que teve lugar em Las Vegas.
"U2 3D" inclui mais 13 ou 14 canções além de "Sunday Bloody Sunday" e tem uma duração entre 80 e 90 minutos. A produção foi da responsabilidade da empresa independente 3ality Digital Producers que espera ver o filme nas salas este ano, apesar de ainda não ter encontrado um distribuidor.
A realização coube a Catherine Owens e a Mark Pellington que há muito trabalham com os U2 na criação de efeitos visuais e cénicos para os seus concertos.