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segunda-feira, 30 de junho de 2008

Los Angeles

Publicada por Unknown


Los Angeles é a segunda maior cidade dos Estados Unidos da América, e maior cidade do Estado da Califórnia, situada ao sudeste do estado, na costa do Oceano Pacífico. A cidade de Los Angeles tem cerca de 3 957 875 habitantes, com mais de 17 milhões de habitantes na sua gigantesca região metropolitana. Foi fundada pelos espanhóis em 1781 com o nome de Pueblo de Nuestra Señora la Reina de los Ángeles sobre El Río Porciuncula, foi controlada pelo México após a independência deste da Espanha em 1821, e foi conquistada pelos americanos em 1846. Los Angeles é a sede do Condado de Los Angeles.
Los Angeles é o maior ponto de entrada para imigrantes que vêm aos Estados Unidos e é também uma das cidades mais multiculturais do mundo, com populações de muitas nações. É considerada uma cidade global alfa, tendo hospedado dois Jogos Olímpicos, e por ser lar de instituições científicas, culturais e financeiras internacionalmente renomadas. É um grande centro para produção de entretenimento, incluindo filmes, para televisão e gravadoras de música.

O Menor Flash Drive USB do Mundo?

Publicada por Unknown


Qual o menor flash drive USB do mundo? O Pico USB é um forte concorrente ao título com apenas 31.3 x 12.4 x 3.4 milímetros e 8GB de capacidade.

Com todo este espaço você pode gravar 4 filmes, 5 dias de música ou mais de quatro mil fotos de 5 megapixel! O problema é que o drive é tão pequeno que você corre o risco de perdê-lo, e para evitar isso ele vem com uma corrente.

O flash drive USB é resistente à água e a choques e tem a velocidade de 200x/30MB por segundo. O Pico USB é compatível com Mac, Windows e Linux.

O Pico USB custa US$49,99 na ThinkGeek.

sábado, 28 de junho de 2008

O homem invisível, uma realidade?

Publicada por Unknown


O que faria se pudesse ficar invisível? Vá pensando, porque isso pode acontecer brevemente. Cientistas da Universidade de Duke, nos EUA, fizeram um objecto desaparecer do monitor de um radar no laboratório. E mais: indicaram que, com a mesma técnica e um pouco mais de tecnologia, poderiam torná-lo invisível para os nossos olhos também. O segredo é cobrir o objecto com um manto especial, revestido de milhares de pecinhas de cobre, tipo um chip de computador. Esse manto tem o poder de desviar as ondas de radar que passam por ele. Imagine uma pedra no meio de um rio. A água contorna o obstáculo e segue o caminho dela. Neste caso, o manto, faz com que ondas electromagnéticas (como as de radar e as de luz) se comportem da mesma forma que a água. Ou seja, se uma pessoa vestir este manto, estas ondas passariam por ela como se estivessem a atravessar um espaço vazio. E a pesoa fica 100% invisível. Por enquanto, a técnica só funciona com ondas de radar por um motivo simples: as pecinhas de cobre do manto têm de ser menores que as ondas para tudo funcionar. Como as de radar têm 3 centímetros de comprimento, é só fazer peças nessa escala. Já as ondas de luz visível são menores que 1 milésimo de milímetro. Desta forma, as peças teriam de ser nanométricas (quase tão pequenas como átomos). E esses componentes não existem. Mas o físico David Smith, líder da equipa, está confiante. Com os avanços tremendos da nanotecnologia, isso poderá brevemente deixar de ser problema.

Carro H2O

Publicada por Unknown

A empresa japonesa Genepax, apresentou recentemente o protótipo de um automóvel que trabalha a água. Embora não tenha revelado detalhes da nova tecnologia, é sabido que a sua base é muito semelhante à já existente célula de combustível que utiliza o hidrogénio.

Veja o vídeo:

The Happening

Publicada por Unknown



Qual será a causa deste súbito e total colapso do comportamento humano?

Será uma nova espécie de ataque terrorista, uma experiência científica que correu mal, uma diabólica arma tóxica ou um vírus incontrolável? Como se transmite? Pelo ar, pela água? De onde vem a ameaça?

Para Elliot Moore (Mark Wahlberg), professor de Ciências em Filadélfia, o mais importante é escapar ao fenómeno mortal. Elliot e a mulher Alma, apesar da crise conjugal que enfrentam, tentam fugir, primeiro de comboio e depois de carro, juntamente com outro professor e a filha deste, para o campo, esperando que aí não ocorram ataques. Mas depressa percebem que ninguém está a salvo em lado nenhum. Elliot terá de perceber o que motiva os ataques para conseguir garantir a sobrevivência do grupo.

«O Acontecimento» é o novo filme de M. Night Shyamalan, realizador de «O Sexto Sentido», «Sinais», «O Protegido» ou «A Vila».

Não querendo sequer entrar nos vários erros técnicos do filme, como microfones endurados, vindos não se sabe bem de onde, atrevo-me a dizer que será o pior filme de todos os já realizados por este realizador, mas também não me chocaria se figurasse na lista dos piores do ano.
Começamos sem saber de que trata o filme, e acabamos sem saber se trata de alguma coisa...

Trailer:


Visitar o Algarve é actualmente uma oportunidade de encontrar uma programação cultural excepcional onde as obras de artistas portugueses surgem apresentadas a par de nomes de todo o mundo. A Arte Contemporânea e a Arquitectura dos nossos dias são áreas fundamentais no Allgarve’08.

De Junho a Setembro, o público residente e os visitantes terão oportunidade de ver um programa de nove exposições coordenado pelo Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves e desenvolvido em estreita colaboração com os Municípios de Faro, Lagoa, Lagos, Loulé e Portimão, contando também com o apoio de várias entidades públicas e privadas. Estas instituições apoiam e integram também iniciativas locais.

Fonte: www.cultura.sapo.pt

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Os melhores discos de sempre

Publicada por Unknown


Dois projectos discográficos do grupo britânico Oasis ocupam os primeiros lugares da tabela dos Melhores Álbuns Britânicos de Sempre, numa votação que contou com a participação de 11 mil pessoas, noticia a BBC News.

«Definitely Maybe», editado em 1994, figura na primeira posição, já «(What's The Story) Morning Glory», de 1996, ficou em segundo lugar da votação levada a cabo pela revista Q e pela HMV.

Os Radiohead tem o seu álbum «OK Computer» em terceiro lugar, seguido por «Revolver» dos Beatles e pelos Stone Roses , que assinam o disco com o seu próprio nome.

Na lista, de 50 álbuns britânicos, estão cinco trabalhos dos Beatles.

Os Oasis, além dos álbuns que se encontram nas primeiras posições da lista, têm ainda «Don't Believe the Truth» no 14º lugar e o «Be Here Now» no 22º, somando o total de quatro.

A única presença feminina no top pertence à cantora Amy Winehouse, com o álbum «Back To Black».

Os 10 Melhores Álbuns Britânicos de Sempre:

(Clicar nas imagens para mais informação)

1. Oasis, «Definitely Maybe»








2. Oasis, «(What's the Story) Morning Glory?»







3. Radiohead, «OK Computer»








4. Beatles, «Revolver»









5. Stone Roses, «Stone Roses»








6. Beatles, «Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band»







7. Clash, «London Calling»








8. Keane, «Under the Iron Sea»








9. Pink Floyd, «Dark Side of the Moon»








10. Verve, «Urban Hymns»








Fonte: www.musica.iol.pt

quinta-feira, 15 de maio de 2008

61ª Edição do Festival de Cannes

Publicada por Unknown





A 61ª edição do Festival de Cinema de Cannes teve início, oficialmente, esta quarta-feira às 23h30, com a exibição do filme «Blindness», uma adaptação cinematográfica da obra de Saramago pelo brasileiro Fernando Meirelles.

Estão já confirmadas as presenças de vários actores internacionais no evento. Sean Penn, Julianne Moore, Mark Ruffalo, Gael Garcia Bernal e Danny Glover são algumas das estrelas que se farão representar em Cannes.

Manoel de Oliveira estará em Cannes para ser homenageado pela organização do festival pelo seu contributo para a história do cinema.

«Blindness», que fará a antestreia mundial sem a presença do escritor português, integra ainda a competição oficial ao lado de outras 21 longas-metragens. Em competição pelo prémio máximo, a Palma de Ouro, estão ainda, entre outros, «Adoration», de Atom Egoyan, «Che», de Steven Soderbergh, «Changeling», de Clint Eastwood, «Linha de Passe», de Walter Salles e Daniela Thomas, e «Palermo Shooting», de Wim Wenders.

Fora de competição, o destaque tem sido dado às exibiç

ões de «Indiana Jones e o reino da caveira de cristal», com o regresso do mais aventureiro dos arqueólogos quase vinte depois de estreada a trilogia, do documentário «Maradona», de Emir Kusturica, e do mais recente filme de Woody Allen, «Vicky Cristina Barcelona».

Nesta edição do festival de Cannes, que termina a 25 de Maio, haverá apenas dois filmes portugueses em exibição oficial: «Aquele querido

mês de Agosto», de Miguel Gomes, que passará na Quinzena de Realizadores, e a animação «Até ao texto do mundo», de Carlos Silva, António Costa Valente e Vítor Lopes.

Quentin Tarantino, Palma de Ouro em 1994 com «Pulp Fction», vai dar uma aula de cinema.

Fonte: www.cinema.iol.pt

quarta-feira, 14 de maio de 2008

«Imagens Anunciadas: Revisitando Antigos Lugares» - Augusto Lemos

Publicada por Unknown


A exposição que Augusto Lemos apresenta, consiste num levantamento fotográfico de motivos, espaços e situações descrito por José Leite de Vasconcelos, utilizando um processo, a fotografia estenopeica, técnica esta utilizada no pictorialismo, que é contemporâneo destes percursos, e aparentado, na sua fragilidade artesanal, com a simplicidade dos recursos que o próprio Leite de Vasconcelos dispunha no seu tempo.

26-04-2008 a 18-05-2008
3ª-6ª: 15h00-18h00; Sab-Dom, Fer: 15h00-19h00
Entrada: Entrada Livre
Reservas: 222076310

André Marie Ampère (1755 - 1836)

Publicada por Unknown

André Marie Ampère nasceu em Lyon a 20 de Janeiro de 1775, no seio de uma família abastada. O seu pai, Jean-Jacques Ampère, transmitiu-lhe sólidos conhecimentos linguísticos e incentivou-o a cultivar uma postura autodidacta. Na sua adolescência, Ampère dedicou-se ao estudo das ciências, interessando-se sobretudo pelo estudo da física e da química.

Foi professor de física, química e matemática em Lyon (1797-1802) e em Bourg (1802-1804) e leccionou matemática e mecânica na École Polytechnique de Paris (1804-1828). Pela sua reputação como óptimo professor e investigador, em 1828 foi convidado para leccionar matemática na Université de France, cargo que ocupou até ao final da sua vida.

Para além de ser um extraordinário professor, Ampère desenvolveu trabalhos muito importantes nos campos da física, química e da matemática. Entre 1807 e 1816, estabeleceu a diferença entre átomos e moléculas, enunciou o chamado “princípio de Avogadro”, descobriu um ácido ao qual deu o nome de Fluorine, publicou uma tese sobre a refracção da luz e concebeu uma classificação de elementos, precursora da tabela periódica de elementos.

Ao tomar conhecimento das experiências de Hans Christian Oersted (1777-1851) sobre o desvio de agulhas magnéticas por efeito de uma corrente eléctrica, Ampère começou a estudar os fenómenos electromagnéticos e apresentou várias experiências no campo do electromagnetismo à Academie de Paris. Em 1820 reconheceu que, sem a intervenção de qualquer íman, dois fios exercem um sobre o outro uma acção atractiva ou repulsiva consoante o sentido das correntes que os percorrem. Em 1822 descobriu o princípio da telegrafia eléctrica. No decurso das suas investigações sobre a electricidade fez importantes descobertas. Experimentou a mútua influência entre fios condutores paralelos, distinguiu entre a intensidade de corrente que circula num condutor e a força impulsora ou tensão electromagnética e concebeu o solenóide.

A sua teoria foi fundamental para o desenvolvimento da electricidade e do magnetismo no século XIX. A sua obra mais importante, “Mémoire sur la Théorie Mathématique des Phénomènes Electrodynamiques“(1826) tornou possível os ulteriores avanços de Thomson, Maxwell, Weber e Faraday no campo do electromagnetismo.

Apesar das tragédias da sua vida pessoal (o seu pai foi guilhotinado em 1793 e a sua esposa faleceu em 1803, após um brevíssimo matrimónio), Ampère demonstrou grande empenho e dedicação. Como reconhecimento do seu valor, Napoleão nomeou-o inspector-geral de instrução pública em 1808.

Faleceu a 10 de Junho de 1836, em Marselha. O Ampère (A) é hoje a unidade de medida da intensidade da corrente eléctrica em sua homenagem.